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Método eficiente

São dicas que podem facilitar nos seus estudos.

10 Dicas Básicas para a Aprovação

Manual que ensina através de um método prático e fácil, como se preparar melhor para uma prova de concurso público.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Basicão para Auxiliar em Administração - 2ª parte


Bom dia a todos que me acompanham através do meu blog.

Hoje o assunto é Legislação e Segurança à Saúde do Trabalhador que é um assunto muito importante para a sociedade que é regida por algumas regras de comportamento, ou seja, por leis que são fundamentais no 
ordenamento social. Entre outros “bens” protegidos pela legislação, está a "vida". E para garantir a nossa 
segurança e sobrevivência, existem regras específicas. Assim como nos demais segmentos, o ambiente de trabalho possui suas regras próprias que visam garantir a saúde e a segurança das pessoas. No âmbito privado, por exemplo, aplicam-se as Normas Regulamentadoras (NRs) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). No caso do serviço público, todos os aspectos referentes aos servidores são regulamentados por legislação específica elaborada pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG)

Vamos começar?

Legislação e Segurança à Saúde do Trabalhador

A segurança no trabalho surgiu pela necessidade de proteger a vida do homem ao desenvolver suas atividades laborais, uma vez que existem, hoje, muitas empresas, cujo ambiente de trabalho é agressivo pela presença de agentes prejudiciais à saúde.

A 1ª lei de proteção aos trabalhadores, foi a “Lei de Saúde e Moral dos Aprendizes”, reduzindo a jornada de trabalho para 12 horas, restringindo o trabalho noturno e regulamentando a idade mínima para trabalhar. Em meados dos anos 1840 a 1860, a aprovação das primeiras Leis de Segurança no trabalho, que regulamentam os problemas de saúde e doenças profissionais.

Em 1919, foi fundada a Organização Internacional do Trabalho (OIT), com o objetivo de uniformizar as questões trabalhistas e reverter as condições subumanas do trabalho. Considerando o desenvolvimento econômico, a OIT adota seis propostas destinadas à proteção da saúde e à integridade física dos trabalhadores: proteção à maternidade, trabalho noturno para mulheres, limitação da jornada de trabalho, idade mínima para a admissão de crianças e o trabalho noturno para menores. No mesmo ano, implantaram-se serviços de medicina ocupacional, com a fiscalização dos ambientes de trabalho nas empresas, promulgado por meio do Decreto Legislativo nº 3.724.

A importância de se criar medidas legislativas para proteção dos trabalhadores no Brasil começou a ser cogitada após a Primeira Guerra Mundial, em decorrência da assinatura de tratados internacionais. Na década de 1970, o Brasil, era detentor do título de campeão mundial de acidentes de trabalho, teve garantida, a partir de 1977, a Segurança e a Medicina do Trabalho por meio de capítulo específico na legislação nacional, pois não era interessante para o país que as indústrias mantivessem essa situação. Da mesma forma, importante foi a regulamentação dos artigos que criaram 28 Normas Regulamentadoras (NRs), pelo Ministério do Trabalho e Emprego (TEM), em 1978. 

A legislação vigente no país referente à Segurança e Medicina do Trabalho é a Portaria n.° 3214/78, do Ministério do Trabalho e Emprego. Nela, estão disponíveis as Normas Regulamentadoras (NR’s), que orientam trabalhadores e empregadores, no que se refere às condições de trabalho necessárias para manutenção da saúde e prevenção de acidentes.

O serviço de segurança e medicina do trabalho tem papel importante na empresa, pois, entre seus objetivos, está efetuar estudos e descobertas de meios para controlar, diminuir ou mesmo eliminar do ambiente de trabalho todos os fatores capazes de prejudicar a saúde do trabalhador.

Importante: A Norma Regulamentadora n.° 9 da Portaria n.° 3214/78 orienta a execução do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), que é uma ferramenta legal no trabalho da prevenção. Essa NR pede a avaliação de agentes nocivos à saúde e os classifica em: riscos químicos, riscos físicos e riscos biológicos.

Riscos físicos: ruídos, vibrações, radiações ionizantes e não ionizantes, frio, calor, pressões anormais e umidade.
Riscos químicos: poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases e vapores.
Riscos biológicos: vírus, bactérias, fungos, parasitas e bacilos.

Normas regulamentadoras, entre muitas as mais importantes:
NR – 05 – orienta sobre criação e manutenção da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa)
NR – 06 – Equipamento de Proteção Individual (EPI)
NR – 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)
NR – 09 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)
NR – 11 – Transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais
NR – 12 – Máquinas e Equipamentos
NR – 15 – Adicional de Insalubridade
NR – 16 – Adicional de Periculosidade
NR – 17 – Ergonomia
NR – 23 – Proteção contra Incêndio
NR – 24 – Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho
NR – 32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.

Legislação em Saúde do Trabalhador (Diretrizes básicas)
Constituição da República Federativa do Brasil
Art. 200 - Ao Sistema Único de Saúde, compete, além de outras atribuições, nos termos da lei... II - executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como as de saúde do trabalhador; ... VIII - colaborar na proteção do meio ambiente, nele compreendido o do trabalho. 

Lei nº 8.689 de 27 de julho de 1993
Dispõe sobre a extinção do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (Inamps) e dá outras providências.

Lei nº 8.080 de 19 de setembro de 1990
Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências.

Lei nº 8.142 de 28 de dezembro de 1990
Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências.

Lei nº 6.259 de 30 de outubro de 1975
Dispõe sobre a organização das ações de Vigilância Epidemiológica, sobre o Programa Nacional de Imunizações, estabelece normas relativas à notificação compulsória de doenças, e dá outras providências.

Portaria Interministerial nº 800 de 3 de maio de 2005
Publica o texto-base da minuta de Política Nacional de Segurança e Saúde do Trabalho.

Portaria nº 3.908/GM, de 30 de outubro de 1998
Estabelece procedimentos para orientar e instrumentalizar as ações e serviços de Saúde do Trabalhador no Sistema Único de Saúde (SUS).

Portaria nº 2.048/GM, de 3 de setembro de 2009
Aprova o Regulamento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011
Regulamenta a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa, e dá outras providências.

Até o próximo post.
Bons estudos!

Basicão para Técnico em Audiovisual - 2ª parte

 Bom dia a todos que me acompanham através do meu blog.

Começarei hoje postando o basicão para aqueles que irão prestar concurso para o cargo de Técnico em Audiovisual, pois esta palavra é formada pela junção das palavras: áudio e visual, ou seja, som e imagem. Audiovisual é uma área que abrange toda a obra que é produzida com a intenção de criar a impressão de movimento, utilizando imagem e som. Não importa como se captura, exibe ou transmite as imagens e os sons, seja pelo cinema, pelo vídeo, pela televisão, seja pela internet, seja através de filme de ficção, seja documentário, desenho animado, videoclipe, novela; ou seja, tudo é audiovisual.

Espero que todos possam acompanhar, pois estou dividindo o conteúdo em partes.

Lembrete: Não deixe de conferir neste blog a matéria de Português, pois é fundamental em um concurso.

Irei iniciar este post com o tema - História da Fotografia e TV no qual irei disponibilizar materiais para estudo de acordo com o seguinte conteúdo:

 - História da Fotografia e TV
- Planos e enquadradamentos de Câmeras.
- Tipos de iluminação.
- Tipos de Microfones.
- Softwares de edição de audio e video, aplicações e recursos.
- Montagem de equipamentos de audio e normas técnicas.
- Montagem de equipamentos de Projeção e e normas técnicas

 Vamos começar?

História da Fotografia
Na etimologia grega, fotografia significa “desenhar com luz”. A câmara obscura era constituída por um buraquinho pelo qual se olhava para dentro de uma “caixa” onde havia, na parede oposta, uma imagem difusa e invertida de uma cena externa à caixa. 
Leonardo da Vinci a estudou sistematicamente no século XV, e incluiu uma lente para  focalizar a imagem e um espelho para invertê-la. O Daguerreótipo, chapa polida de cobre recoberta com prata metálica e exposta a vapores de iodo para formar iodeto de prata, surge em 1839, foi feito pela primeira vez pelo francês Louis Daguerre.

Um fator que criava certa desconfiança com relação à fotografia, era a durabilidade da mesma, já que não haviam testes com relação ao tempo que o papel levaria para deteriorar, o que fazia com que alguns indivíduos, ou famílias, embora tivessem sua imagem fotografada, ainda optassem por fazê-la com pintores, 
cuja função principal, durante o século XIX era de retratista.

A partir de 1880, a fotografia se espalha, quando George Eastman inventa o filme flexível para a fixação da imagem, e a câmera caixão “à prova de erros”. A empresa Kodak popularizou-se com a promessa de ser apropriada até mesmo para novatos, com o slogan “Você aperta o botão, nós fazemos o resto”. Essa frase visava criar a sensação de  acessibilidade da imagem.

Importante: George Eastman começou a fabricar, no final do século XIX, início do XX as suas câmera portáteis com a seguinte propaganda: you press the botton, we do the rest, (você aperta o botão, nós fazemos o resto) em muitos cartazes e folhetos. Com isso, a Kodak, fundada por Eastman em 1892, veio a se transformar em uma das mais poderosas indústrias de material fotográfico do mundo. Kodak foi, em muitos momentos, sinônimo de fotografia.

A 1ª descrição conhecida de uma câmera escura é atribuída a Cesare Cesariano, discípulo de Leonardo da Vinci. Câmera escura, do latim câmera obscura, é considerada o primeiro passo para o desenvolvimento da fotografia. Baseia-se em um fenômeno da luz descoberto pelo filósofo grego Aristóteles(384-322) e muito utilizada pelo cientista e pintor italiano Leonardo da Vinci (1452-1519) para pintar alguns de seus quadros, dando os primeiros passos para a produção de imagens com o auxílio de um mecanismo ótico.

O desenho mais antigo de uma câmera escura ou obscura, foi construído em 1544 pelo médico e matemático holandês Reinerus Gemma-Frisius. Só com o tempo a câmera escura iria se transformar numa pequena caixa portátil usada pelos pintores como auxiliar de seu trabalho.

Em 1826, o inventor e litógrafo francês Joseph Nicéphore Niépce, pesquisando técnicas para copiar desenho a traço (heliogravure), foi convidado para trabalhar com Luis Daguerre.
Tornando-se sócios, esses dois pesquisadores trocaram muitas informações e, em 1839, Daguerre (Niépse já havia morrido) anuncia seu novo processo fotográfico à Academia Francesa de Ciências, realizado por meio do material sensível à luz, produzido a partir do iodeto de prata. Muitas outras experiências,
com mais ou menos sucesso, aconteceram para que as modernas técnicas da fotografia se consolidassem.

Atualmente, as câmeras fotográficas digitais não se parecem nem um pouco com os velhos daguerrotipos, nem em processos, nem em resultados. No entanto, guardam entre si a possibilidade de captar instantes no espaço e no tempo.

TV

Audiovisual é técnica e tecnologia. A televisão, assim como, o cinema, são técnicas audiovisuais que reúnem máquinas capazes de capturar, o que na vida real é efêmero e fugidio, em imagens e sons.

O aparelho televisor surgiu no século XIX. Nesta época, grandes conceitos desenvolvidos na matemática, na física e na química foram os precursores fundamentais da tecnologia utilizada na criação dos aparelhos de TV. Em torno da década de 1840, vários cientistas estudavam a possibilidade de se realizar a transmissão de imagens em grande distância. Em 1842, Alexander Bain conseguiu executar um projeto de envio telegráfico de uma imagem.

O britânico Willoughby Smith, no ano de  1873,  comprovou que o selênio era uma substância química capaz de converter energia luminosa em energia elétrica. Com tal princípio, a televisão já poderia ser imaginada como um aparelho elétrico receptor e transmissor de imagens. Já no ano de 1884, o jovem Paul Niokow desenvolveu um disco com orifícios espiralados capaz de fracionar uma imagem em elementos que eram reorganizados para sua transmissão.

Nos fins do século XIX, os tubos de raios catódicos foram sendo aprimorados como transmissores de imagens à distância. Em 1920, o escocês John L. Baird montou um dos primeiros modelos de televisão que se tem notícia. Esse estudioso conseguiu aprimorar bastante a nitidez da imagem e do som com o aparelho por ele produzido.

A partir de então, o aparelho de televisão foi sendo aprimorado até que o mesmo pudesse ter maior viabilidade comercial. Em 1923, o russo Wladmir Zworykin desenvolveu um tubo de imagem chamado de iconoscópio. Empolgada com tal realização, a empresa norte-americana RCA contratou os seus serviços e fabricou o Orticon. Tínhamos ali, então, o primeiro modelo de televisor a ser produzido em escala industrial.

No ano de 1930, o televisor ganhou novos reparos até se transformar em um produto de maior viabilidade comercial. No mês de março de 1935, os alemães foram os grandes responsáveis por realizar a primeira transmissão televisiva. Em pleno nazismo, esse tipo de recurso tecnológico foi incrivelmente empregado para a divulgação do regime liderado por Adolf Hitler. Pouco tempo depois, franceses e britânicos também investiram na construção de estúdios e na transmissão de imagens.

Desde esse período, os estudiosos interessados por esse tipo de tecnologia já testavam algumas possibilidades de transmissão de imagens coloridas. Em 1954, a emissora norte-americana NBC empregou um sistema compatível com os televisores preto e branco para realizar a transmissão de imagens coloridas. Em 1962, o satélite Telstar realizou a primeira transmissão intercontinental enviando sinais de TV dos Estados Unidos para o Velho Mundo.

No Brasil, a televisão apareceu como uma grande novidade tecnológica na Feira Internacional de Amostras de 1939, ocorrida na cidade do Rio de Janeiro. Quase dez anos depois, o operador de câmera Olavo Bastos Freire realizou a transmissão de uma partida de futebol empregando uma tecnologia improvisada. Dois anos mais tarde, o empresário Assis Chateaubriand inaugurou a Tupi, primeira transmissora de televisão comercial do país.

Observação: a implantação da TV em cores a qual já havia estudos desde 1929, só inicio a sua transmissão a cores nos Estados Unidos em 1954 utilizando o padrão NTSC. Em 1967, a Alemanha coloca em funcionamento uma variação do padrão americano o qual foi batizado de PAL (Phase Alternation Line), que corrige algumas deficiências do NTSC. No mesmo ano entra em funcionamento na França o SECAM. No Brasil a primeira transmissão colorida foi feita em caráter fechado pela Embratel e transmitiu a Copa do Mundo de 1970. Em 1972 foi realizada a primeira transmissão pública a cores para todo Brasil, cobrindo a Festa da Uva em Caxias do Sul.

Foi também nos anos 70 que começou a ser delineado uma revolução que viria décadas depois: a televisão digital. Os japoneses através de um consórcio de estações de TV começaram os estudos para o desenvolvimento de uma televisão de alta definição, a qual foi chamada de HDTV (High Definition TV). No começo dos anos 80 já eram feitos os primeiros testes desta nova tecnologia. No decorrer da década, europeus e americanos faziam estudos e tentavam desenvolver um padrão próprio que atenderia suas demandas. Assim nos anos 90 começava uma nova era da televisão moderna, a era digital.

Em meados dos anos 90, europeus, americanos e japoneses já faziam transmissões mesmo que em caráter experimental do sinal digital. O mundo assim ficava dividido entre os três padrões de transmissão digital: o padrão americano ATSC (Advanced Television Systems Comitee), o padrão japonês ISDB (Integrated Services Digital Broadcasting) e o padrão europeu DVB (Digital Video Broadcasting). Cada padrão possui suas vantagens e suas desvantagens, sendo que a escolha de um padrão deve levar em conta o tipo de serviço almejado como, por exemplo, o tipo de transmissão (HDTV e/ou SDTV), aspectos políticos e econômicos têm grande influência na escolha.

No caso brasileiro, o país adotou o padrão japonês ISDB-T. Além de ter se saído superior nos testes de comparação com os outros padrões, o ISDB-T possui vantagens na transmissão para dispositivos móveis o que garante grande mobilidade e portabilidade. Ao contrário dos outros padrões, o ISDB-T utiliza apenas uma faixa de frequência para transmissão tanto terrestre como satélite e possui padrões de codificação de dados superiores o que permite a transmissão de um volume maior de dados em uma única faixa de frequência.

Bons estudos!
Até a próxima.

domingo, 10 de novembro de 2013

Lei nº 8112 em áudio - 6ª parte

 Boa noite a todos que me acompanham neste blog. 

A matéria de hoje será continuação do post Lei nº 8112 em áudio - 5ª parte.


Vamos começar?

Irei dividir a lei nº 8112 em artigos de 208 ao 230, clique aqui

Do artigo 231 ao artigo 253, clique aqui


Bons estudos!

Basicão para Assistente em Administração - 1ª parte

Bom dia a todos que me acompanham através do meu blog.

Começarei hoje postando o basicão para aqueles que irão prestar concurso para o cargo de Assistente em Administração. Espero que todos possam acompanhar, pois estou dividindo o conteúdo em partes.

Lembrete: Não deixe de conferir neste blog a matéria de Português, pois é fundamental em um concurso.

Irei iniciar este post com o tema Noções de Administração Pública no qual irei disponibilizar materiais para estudo de acordo com o seguinte conteúdo:

- Atividade administrativa: conceitos de administração, princípios básicos da administração;
- Contratos administrativos e licitação;
- Serviços públicos: considerações gerais e autarquias.

Vamos começar?

Conceitos de administração

Administração é o ato de administrar ou gerenciar negócios,  pessoas ou recursos, com o objetivo de alcançar metas definidas. É uma palavra com origem no latim “administratione”, que significa “direção, gerência”.

A administração é um ramo das ciências humanas que se caracteriza pela aplicação prática de um conjunto de princípios, normas e funções dentro das organizações. É praticada especialmente nas empresas, sejam elas públicas, privadas, mistas ou outras.

Em uma empresa, o ato de administrar significa planejar, organizar, coordenar e controlar tarefas visando alcançar produtividade, bem-estar dos trabalhadores e lucratividade, além de outros objetivos definidos pela organização.


O conceito de administração representa uma governabilidade, gestão de uma empresa ou organização de forma que as atividades sejam administradas com planejamento, organização, direção, e controle. Montana e Charnov em 2003 asseveraram que o ato de administrar é trabalhar com e por intermédio de outras pessoas na busca de realizar objetivos da organização bem como de seus membros.

O ramo da administração tem as seguintes características:
- Circuito de atividades interligadas;
- Busca a obtenção de resultados;
- Proporcionar a utilização dos recursos físicos e materiais disponíveis;
- Envolve atividades de planejamento, organização, direção e controle.

O planejamento consiste em traçar metas, assim identificando forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. Interpretam-se dados, analisam-se recursos. O planejamento ocorre com base em muito estudo, muita pesquisa, antes da implantação de qualquer coisa, ele pode durar meses ou até anos.

Organizar significa preparar processos a fim de obter os resultados planejados. Já a Direção, neste procedimento decisões são necessárias, para que os objetivos relacionados no planejamento continuem alinhados. Para o Controle, todo o processo de planejar, organizar e direcionar. Liderar e discernir se o resultado foi o almejado. Assim é possível recomeçar um novo ciclo com mais planejamento e suas etapas subsequentes.

Para administrar é necessário ter habilidades, estas são divididas em três grupos: 
-Habilidades Técnicas: necessitam de conhecimento especializado e procedimentos específicos e pode ser obtida através de instrução. 
- Habilidades Humanas: envolvem também aptidão, pois interage com as pessoas e suas atitudes, exige compreensão para liderar com eficiência. 
- Habilidades Conceituais: englobam um conhecimento geral das organizações, o gestor precisa conhecer cada setor, como ele trabalha e para que ele existe.

O nível estratégico é representado pelos gestores e o nível tático, representado pelos gerentes. Eles são importantes para manter tudo sob controle. 

O gerente tem uma visão global, ele coordena, define, formula, estabelece uma autoridade de forma construtiva, competente, enérgica e única. Os gerentes são responsáveis pelo elo entre o nível operacional, onde os colaboradores desenvolvem os produtos e serviços da organização.

As Organizações formais possuem uma estrutura hierárquica com suas regras e seus padrões. Os Organogramas com sua estrutura bem dimensionada podem facilitar a autonomia interna, agilizando o processo de desenvolvimento de produtos e serviços. O mundo empresarial cada vez mais competitivo e os clientes a cada dia mais exigentes levam as organizações a pensar na sua estrutura, para se adequar ao que o mercado procura. Com os órgãos bem dispostos nessa representação gráfica, fica mais bem objetivada a hierarquia bem como o entrosamento entre os cargos.

As organizações fazem uso do organograma que melhor representa a realidade da empresa, vale lembrar que o modelo piramidal ficou obsoleto, hoje o que vale é a contribuição, são muitas pessoas empenhadas no desenvolvimento da empresa, todos contribuem com ideias na tomada de decisão.

Com vistas às diversidades de informações, é preciso estar atento para sua relevância, nas organizações as informações são importantes, mesmo em tomada de decisões. É necessário avaliar a qualidade da informação e saber aplicar em momentos oportunos.

Para o desenvolvimento de sistemas de informação, há que se definir qual informação e como ela vai ser mantida no sistema, deve haver um estudo no organograma da empresa verificando assim quais os dados e quais os campos vão ser necessários para essa implantação.

Para as organizações as pessoas são as mais importantes, por isso tantos estudos a fim de sanar interrogações a respeito da complexidade do ser humano. O comportamento das pessoas nas organizações afetam diretamente na imagem, no sucesso ou insucesso da mesma, o comportamento dos colaboradores refletem seu desempenho. Há uma necessidade das pessoas de ter incentivos para que o trabalho flua, a motivação é intrínseca, mas os estímulos são imprescindíveis para que a motivação pelo trabalho continue gerando resultados para a empresa.

Os líderes são importantes no processo de sobrevivência no mercado, eles tem condição de exercer, função, tarefa ou responsabilidade quando é responsável pelo grupo. Um líder precisa ser motivado, competente, conseguir conquistar e conhecer as pessoas, ter habilidades e intercalar objetivos pessoais e organizacionais.

No processo de centralização a tomada de decisões é unilateral, deixando os colaboradores travados, sem poder de opinião. Já no processo de descentralização existe maior estímulo por parte dos funcionários, podendo opinar eles se sentem parte ativa da empresa.

Existem benefícios assegurados por leis e benefícios espontâneos. Um bom plano de benefícios motivam os colaboradores. O funcionário hoje com todo seu conhecimento adquirido na empresa tem sido tratado como ativo não mais como recurso. Dar estímulos como os benefícios contribuem para a permanência do funcionário na organização. São inúmeras vantagens tanto para o empregado quanto para o empregador. Reduzindo insatisfações e aumentando a produção, gerando assim resultados satisfatórios.

As organizações estão agrupadas em: governamentais, privadas com fins de lucro e privadas sem fins lucrativos. 

As organizações governamentais têm o objetivo de atender as necessidades públicas e de gerir o funcionamento do Estado. Como necessidades e prioridades são definidas a partir do jogo político de forças da sociedade, podemos dizer que os princípios clássicos que regem a administração pública – impessoalidade, hierarquia, regras estabelecidas etc.– apresentam-se de forma distinta em cada ambiente cultural tratado.

As empresas privadas são caracterizadas por atender as necessidades de grupos de consumidores, estando inseridas num contexto maior ou menor de competição em mercados. Isto faz com que tenham que estar organizadas a partir da ideia de conquistar um lugar no mercado em meio a outras empresas que oferecem produtos ou serviços, de certa forma, semelhantes. Quanto maior a competitividade do setor, mais precisam estabelecer estratégias de diferenciação perante os consumidores, responder às iniciativas da concorrência e antecipar-se, captando tendências de futuro.

As organizações sem fins lucrativos atuam no âmbito da sociedade civil, onde o aspecto político tem papel de destaque. São pautadas por interesses que podem variar desde um conjunto de membros (um sindicato, por exemplo) até propostas mais amplas de transformação social (o caso das ongs), passando pelas propostas de assistência aos carentes (entidades beneficentes). Sua atuação diz respeito a atingir fins públicos, a partir da utilização de recursos privados e públicos. O ambiente cultural irá condicionar seus objetivos e as estratégias para realizá-los.

Até o próximo post.
Bons estudos!

Basicão para Auxiliar em Administração - 1ª parte

Bom dia a todos que me acompanham através do meu blog.

Começarei hoje postando o basicão para aqueles que irão prestar concurso para o cargo de Auxiliar em Administração. Espero que todos possam acompanhar, pois estou dividindo o conteúdo em partes.

Lembrete: Não deixe de conferir neste blog a matéria de Português, pois é fundamental em um concurso.

Irei iniciar este post com o tema Segurança do Trabalho no qual irei disponibilizar materiais para estudo de acordo com o seguinte conteúdo:

1. Introdução à Segurança e à Saúde do Trabalhador.
2. Legislação e Segurança à Saúde do Trabalhador.
3. Órgãos e Instituições Relacionados à Segurança e à Saúde do Trabalhador.
4. Acidente do Trabalho.
5. Códigos e Símbolos Específicos de Saúde e Segurança do Trabalho.
6. Fundamentos de Segurança e Higiene do Trabalho.
7. Noções de Ergonomia.
8. Primeiros Socorros.
9. Agentes e Riscos Físicos, Químicos e Biológicos.
10. Proteção Contra Incêndio.
11. Equipamento de Proteção Individual e Coletiva.
12. Insalubridade e Periculosidade.
13. Saneamento do Meio.

Vamos começar?

Introdução à Segurança e à Saúde do Trabalhador

A Segurança do Trabalho é definida por normas e leis. No Brasil, a Legislação de Segurança do Trabalho compõe-se de Normas Regulamentadoras, leis complementares, como portarias e decretos e também as convenções Internacionais da Organização Internacional do Trabalho, ratificadas pelo Brasil.

O termo "Segurança do trabalho" significa os conjuntos de medidas que são adotadas visando minimizar os acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade e a capacidade de trabalho do trabalhador.

O quadro de Segurança do Trabalho de uma empresa compõe-se de uma equipe multidisciplinar composta por Técnico de Segurança do Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Médico do Trabalho e Enfermeiro do Trabalho. Estes profissionais formam o que chamamos de SESMT - Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho. Também os empregados da empresa constituem a CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, que tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.

Toda empresa precisa constituir de uma equipe de Segurança do Trabalho, porque é exigido por lei. Por outro lado, a Segurança do Trabalho faz com que a empresa se organize, aumentando a produtividade e a qualidade dos produtos, melhorando as relações humanas no trabalho.


A empresa que deseja melhorar a qualidade de vida de seus funcionário deve estar disposta a ouvir sua equipe, dar possibilidade do indivíduo expor suas ideias e necessidades. A empresa deverá fazer um levantamento criterioso dos problemas que acometem a equipe como um todo, visualizando sua real existência e verificando suas incidências.

Uma vez realizado este reconhecimento da saúde geral dos trabalhadores, devem-se levantar os problemas mais comuns e fazer um estudo individualizado para descobrir de que forma estão ou não relacionados às rotinas de trabalho de cada um, sendo importante nesta fase o auxílio de profissionais preparados para esta compreensão.

Uma vez realizado todo este levantamento e análise, deve-se agir tentando eliminar os fatores de risco e caso isso não tenha sido possível, deve-se proteger os colaboradores dos riscos, muitas vezes adotando uso de EPI’s mais adequados, orientações de forma de trabalho e fomentando este indivíduo de recursos de proteção direcionada, e por último, após todas estas ações deve-se investir num mecanismo de defesa e preparo para a função, adaptando todo o posto e o indivíduo.

Portanto, a maneira mais eficaz de impedir o acidente é conhecer e controlar os riscos. Isso se faz com uma política de segurança e saúde dos trabalhadores que tenha por base a ação de profissionais especializados, antecipando, reconhecendo, avaliando e controlando todo o risco existente.

Até o próximo post.
Bons estudos!

Basicão para Técnico em Audiovisual - 1ª parte

Bom dia a todos que me acompanham através do meu blog.

Começarei hoje postando o basicão para aqueles que irão prestar concurso para o cargo de Técnico em Audiovisual. Espero que todos possam acompanhar, pois estou dividindo o conteúdo em partes.

Vamos começar?

Qual o significado da palavra audiovisual?

A palavra audiovisual é a junção das palavras áudio e visual que significa:
- ao todo pertencente ou relativamente ao uso simultâneo e/ou alternativo do visual e auditivo;
- ao todo tem características próprias para a captação e difusão através de imagens e sons.

O áudio,  o visual e o audiovisual estão assim indissociavelmente ligados à percepção sensorial áudio-ouvido; visual-visão; audiovisual-interação seria do ouvido/visão.

A palavra audiovisual pode designar duas "realidades", por vezes complementares, mas distintas:
a) Num sentido amplo, como mera justaposição de dois termos sem estabelecer qualquer relação entre eles. Considera-se o áudio e o visual como elementos autônomos que manifestam a sua presença numa grande variedade de meios de comunicação. 
Exemplo: a fotografia, o disco, o telefone, o cartaz, o cinema mudo.

b) Num sentido restrito, estabelece-se uma íntima relação entre os termos para originar um outro produto. A percepção simultânea de som e imagem vincula de tal maneira estes elementos que eles originam uma unidade expressiva, total e autônoma. 
Exemplo: cinema sonoro, televisão, algumas aplicações multimídia.

O audiovisual refere-se a toda a forma de comunicação sintética destinada a ser percebida ao mesmo tempo pelo olho e pelo ouvido. Esta linguagem está perfeitamente integrada no tempo e no espaço - o movimento acrescenta a dimensão temporal e se une ao som.

Este sistema de audiovisual pode subdividir-se em três grupos de signos: 
- Signos Audiovisuais: produzidos pela combinação de significantes percepcionados pelo ouvido e pela visão. As imagens e os sons constituem o significante. 
- Signos Visuais: produzidos por significantes captados pela visão: pictóricos, gráficos, imagens. 
- Signos Auditivos: produzidos por significantes apreendidos pelo ouvido. 

O que faz um profissional de audiovisual?
Este profissional é responsável por tudo que envolve um filme, um programa de rádio ou de televisão.

O que se aprende durante a sua formação?
Este profissional aprende a criar projetos, coordenar, dirigir, produzir, roteirizar, editar imagens ou som, cuidar da fotografia (definindo iluminação e ângulos) de um filme e até mesmo operar os aparelhos usados na produção.

Até o próximo post.
Bons estudos!

sábado, 9 de novembro de 2013

Lei nº 8112 em áudio - 5ª parte

 Bom dia a todos que me acompanham neste blog. 

A matéria de hoje será continuação do post Lei nº 8112 em áudio - 4ª parte.


Vamos começar?

Irei dividir a lei nº 8112 em artigos de 139 ao 161, clique aqui

Do artigo 162 ao artigo 184, clique aqui

Do artigo 185 ao artigo 207, clique aqui

Bons estudos!

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Lei nº 8112 em áudio - 4ª parte

 Boa noite a todos que me acompanham neste blog. 

A matéria de hoje será continuação do post Lei nº 8112 em áudio - 3ª parte.


Vamos começar?

Irei dividir a lei nº 8112 em artigos de 70 ao 92, clique aqui

Do artigo 93 ao artigo 115, clique aqui

Do artigo 116 ao artigo 138, clique aqui

Bons estudos!

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Lei nº 8112 em áudio - 3ª parte

 Boa noite a todos que me acompanham neste blog. 

A matéria de hoje será continuação do post Lei nº 8112 em áudio - 2ª parte.

Vamos começar?

Irei dividir a lei nº 8112 em artigos de 47 ao 69, clique aqui


 Direito de Petição
O servidor tem o direito de requerer aos Poderes Públicos seus direitos.
O requerimento deverá ser direcionado a autoridade competente e deverá ser encaminhado por intermédio de seu superior imediato.Cabe pedido de reconsideração à autoridade que houver expedido o ato ou proferido a primeira decisão. O pedido não pode ser renovado.
  
Prazos:
O requerimento e o pedido de reconsideração tem o prazo de 5 dias para ser despachado e decididos em até 30 dias. Caberá recurso sobre o indeferimento do pedido de reconsideração e das decisões dos recursos sucessivamente interpostos. Os recursos sempre será direcionado a autoridade superior de quem tomou a decisão. Em caso de provimento do pedido seus efeitos são retroativos à data do ato impugnado.
   
Prescrição:
O direito de requerer prescreve em 5 anos para os atos de demissão e de cassação de aposentadoria  ou disponibilidade ou que afetem interesse patrimonial e créditos resultantes de relações de trabalho. Em 120 dias nos demais casos. O pedido de reconsideração e recurso interrompem o prazo prescricional.


Bons estudos!
Até a próxima.

sábado, 2 de novembro de 2013

Basicão de auxiliar bibliotecário - última parte

Boa tarde a todos que me acompanham neste blog!

O post de hoje é para finalizar o Basicão de auxiliar bibliotecário.

Vamos começar?

8. Controle bibliográfico ISBN

Criado em 1967 e oficializado como norma internacional em 1972, o ISBN – International Standard Book
Number – é um sistema que identifica numericamente os livros segundo o título, o autor, o país e a editora,
individualizando-os inclusive por edição.

O sistema é controlado pela Agência Internacional do ISBN, que orienta e delega poderes às agências nacionais.

No Brasil, a Fundação Biblioteca Nacional representa a Agência Brasileira desde 1978, com a função de atribuir o número de identificação aos livros editados no país.

A partir de 1º de janeiro de 2007, o ISBN passou de 10 para 13 dígitos, com a adoção do prefixo 978. O objetivo foi aumentar a capacidade do sistema, devido ao crescente número de publicações, com suas edições e formatos.
livros com edição de 2006 deverão ser editados com ISBN de 10 dígitos e também com de 13
dígitos (ambos deverão constar no verso da folha de rosto);
livros com edição de 2007 só poderão ser editados com ISBN de 13 dígitos.

Deve-se atribuir ISBN:
A cada edição de uma publicação;
A cada edição em idioma diferente de uma publicação;
A cada um dos volumes que integram uma obra em mais de um volume e também ao conjunto completo da
obra (coleção);
A toda reedição com mudança no conteúdo(texto) da obra;
A cada tipo de suporte, tipo de formato, tipo de acabamento e tipo de capa;
As reimpressões fac-similares;
As separatas (desde que apresentem títulos e paginação próprios);

OBS.:
A reimpressão pura e simples de um livro NÃO requer outro ISBN;
Mudança na cor da capa, formato de letras e correção ortográfica do texto da obra, NÃO requer outro ISBN.
As normas também estão disponíveis no Manual do Editor “A Atribuição do ISBN não implica no depósito legal automático da obra. Depois de ter o número do ISBN atribuído, um exemplar da obra publicada deve ser encaminhado para o Depósito Legal da Biblioteca Nacional.”
Uma vez atribuído a uma publicação, um ISBN nunca poderá ser reutilizado para identificar outra publicação.

Almanaque: publicação normalmente editada todos os anos/anualmente contendo uma grande variedade de
fatos de natureza heterogênea (efemeridade, anedotas, informações sobre festividades e feriados, informações estatísticas e as vezes um calendário em comum).

Ano de Publicação: indicação do ano, mês e dia, quando houver, quando a obra for publicada.

Anuário: publicação em série que é editada anualmente, em geral tem caráter estatístico, contém um resumo de atividades, informações diversassobre assuntos técnicos.

Autor(es): pessoa(s) física(s) responsável(eis) pela criação do conteúdo intelectual ou artístico de uma
publicação.

Autor(es) entidade(s): instituição(ões), organização(ões), empresa(s), comitê(s), comissão(ões), evento(s), entre outros, responsável(eis) por publicações em que não se dintingue autoria pessoal.

Co-Edição: edição entre duas ou mais editoras;

Copirraite (copyright): proteção legal que o autor ou responsável (pessoa física ou jurídica) tem sobre a sua produção intelectual, científica, técnica, cultural ou artísitica.

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação(CIP): conhecida como ficha catalográfica.É o registro das informações que identificam a publicação na sua situação atual, no verso da folha de rosto.

Edição: todos os exemplares produzidos a partir de um original ou matriz. Pertencem à mesma edição de uma publicação todas as sua impressões, reimpressões, tiragens etc, produzidas diretamente por outros métodos, sem modificações, independentemente do período decorrido desde a primeira publicação.

Editora: casa publicadora, pessoa(s) ou instituição(ões) responsável(eis) pela produção editorial de uma
publicação.

Editoração: conjunto de atividades funcionais de um editor, isto é: a seleção, programação, e comercialização dos originais.

Exemplar: cada unidade impressa de uma publicação;

Folha de Rosto: folha que contém os elementos essenciais à identificação da publicação, assim como: autor, título, subtítulo, edição, local, editora e data.

Miolo: conjunto de folhas, reunidas quase sempre em cadernos, que formam o corpo da publicação.

Organizador: pessoa física que reune em uma só obra, trabalho de outras pessoas.

Reedição: edição diferente da anterior, seja por modificações feitas no conteúdo, na forma ou na apresentação da publicação ou seja por mudança de editor. Cada reedição recebe um número de ordem: 2ª edição, 3ª edição etc.

Reimpressão: nova impressão da publicação, sem modificação no conteúdo ou na forma de apresentação
(exceto correções de erros de composição ou impressão), não constituindo nova edição.

Edição atualizada / edição revista: permanece o mesmo número de ISBN e também a mesma edição. 

Edição ampliada / edição aumentada: permanece o mesmo número de ISBN e será a mesma edição.
anuário: publicação anual destinada ao relato de assuntos, em diversos campos da atividade humana, no período de 12 meses ( é um periódico e recebe ISSN)

brochura: livro de papel mole

coletânea: conjunto selecionado de obras

capa dura: acoplagem de um papel fino, tecido, percaluz, couro sintético etc. em um cartão de maior gramatura (acima de 1250g/m2)

Apresentação do ISBN
O ISBN deve ser escrito ou impresso, precedido pela sigla ISBN, a cada segmento separado por hífen.
EX: ISBN 978-85-333-0946-5

Impressão do número do ISBN
No verso da folha de rosto
No pé da 4ª capa, do lado direito junto a lombada
Um ISBN é como o código postal de um livro. Tem 13 dígitos – antes de 2007 eram 10 – que precedem a sigla ISBN e pode ler-se na parte inferior da contracapa, junto ao código de barras, e na primeira página onde se referem todos os dados referentes aos direitos de autor. Estes dígitos dividem-se em cinco grupos separados através de espaços ou hífenes – o manual de ISBN recomenda o uso de hífens.
1ª Parte – Group Country Identifier: Diz respeito ao país de origem do livro;
2ª Parte – Publisher Identifier: Código identificativo do editor do livro;
3ª Parte – Title Identifier: Código identificativo do título do livro ou da edição
4ª Parte – Check Digit: Dígito de validação.

O primeiro grupo corresponde ao prefixo Bookland que se representa nos livros como 978. O segundo grupo corresponde ao identificador do país, área geográfica ou linguística – a Portugal corresponde o número 972. O terceiro grupo é o prefixo editorial e é um número atribuído pela agência responsável pela gestão do ISBN num determinado país ou área territorial. O identificador do título é o grupo seguinte, e a sua função consiste em determinar um número para uma edição específica de cada publicação. O último grupo é o dígito de controlo, um número que surge através de uma operação matemática e que garante a individualização perfeita de cada ISBN.
Se escolheres um ISBN do Bubok para o seu livro, terá o prefixo editorial do Bubok.
Se preferir tratar por si do ISBN, a Agência de ISBN irá atribuir-lhe um ISBN de auto-edição.
NBRISO2108: Informação e documentação – Número Padrão Internacional de Livro (ISBN)

9. Controle bibliográfico ISSN
O ISSN – Número Internacional Normalizado para Publicações Seriadas (International Standard Serial
Number) é o identificador aceito internacionalmente para individualizar o título de uma publicação seriada,
tornando-o único e definitivo. Seu uso é definido pela norma técnica internacional da International Standards
Organization ISO 3297.
O ISSN é operacionalizado por uma rede internacional, e no Brasil o Instituto Brasileiro de Informação em
Ciência e Tecnologia – IBICT atua como Centro Nacional dessa rede.
O ISSN identifica o título de uma publicação seriada em circulação, futura (pré-publicação) e encerrada, em
qualquer idioma ou suporte físico utilizado (impresso, online, CD-ROM etc).
O ISSN é composto por oito dígitos, incluindo o dígito verificador, e é representado em dois grupos de quatro dígitos cada um, ligados por hífen, precedido sempre por um espaço e a sigla ISSN.
Exemplo: ISSN 1018-4783.
O editor interessado no registro de suas publicações seriadas, poderá obter o formulário e instruções de
solicitação do ISSN nesta home page, ou solicitá-los ao Centro Brasileiro do ISSN, IBICT.
Os editores não são legalmente obrigados a ter um ISSN mas há muitas vantagens em se ter um ISSN para suas publicações seriadas.
Como o sistema do ISSN é internacional e cada ISSN é único, um ISSN pode identificar uma publicação
seriada independentemente de seu idioma ou país de origem fazendo a distinção entre publicações seriadas com o mesmo nome ou títulos semelhantes.
O ISSN é usado onde a informação sobre publicações seriadas necessita ser registrada e comunicada com
precisão (ordens de compra, pesquisas em base de dados, etc.).
O ISSN proporciona um método eficiente e econômico de comunicação entre editores, fornecedores e
compradores de publicações seriadas. Proporciona, também, um ponto de acesso útil aos catálogos de editores, diretórios comerciais, inventários automatizados, bibliografias, etc.
O ISSN é amplamente usado em bases de dados automatizadas na organização, recuperação e transmissão de dados sobre publicações seriadas.
O ISSN é amplamente usado por bibliotecas para identificar, ordenar e processar títulos de publicações
seriadas.
Publicações que têm ISSN fazem parte dos registros de publicações seriadas mantido pelo Centro Internacional
do ISSN, em Paris.

O que é uma publicação seriada?
É uma publicação editada em partes sucessivas que pretende ser continuada indefinidamente.
Cada edição de uma publicação seriada tem uma designação numérica e/ou designação cronológica (volume, número e ano de publicação) distinguindo cada uma das edições individuais da publicação, com intenção de ser continuada indefinidamente.
Podem ser publicados em qualquer mídia (impresso, CD-ROM, via internet, etc.). Se uma publicação seriada for editada em mais de uma mídia, um ISSN é requerido para cada formato em que a publicação é editada.

Quais são os tipos de publicações seriadas?
Publicações seriadas incluem periódicos, magazines, jornais, anuários, (tais como livros do ano, relatórios
anuais e diretórios, etc.) memórias, anais de congressos, publicações de sociedades e séries monográficas.
Para periódicos impressos o local do ISSN é na capa ao alto no canto direito
Para periódicos online deve aparecer na primeira tela da revista, ao alto no canto direito.
Para periódicos em CD-ROM deve aparecer na capa e no rótulo ao alto no canto direito, além da tela de
apresentação.
O ISSN (International Standard Serial Number), Número Internacional Normalizado para Publicações Seriadas (português brasileiro) ou Número Internacional Normalizado das Publicações em Série (português europeu), é o identificador de publicações seriadas aceito internacionalmente. Seu uso é definido pela norma técnica ISO 3297:2007 – Information and documentation – International standard serial number (ISSN).
10. Circulação do material bibliográfico: empréstimo, devolução, consulta, etc.
Circulação do material bibliográfico entende-se como a circulação do acervo da biblioteca entre a sua
comunidade. Essa circulação se dá através do empréstimo de livros aos indivíduos da comunidade, com tempo estipulado para ser devolvido para que outros possam tomá-lo emprestado. Existe uma sequência lógica aqui.

1 – O usuário irá fazer uma consulta ao catálogo da biblioteca. As bibliotecas universitárias, quase sempre,
possuem um sistema de bibliotecas para gestão de seus catálogos, e oferecem um catálogo em linha (OPAC).

2 – Após encontrar o livro na base, o usuário irá verificar se o livro está disponível para empréstimo. Se o livro estiver disponível, o usuário irá localizá-lo nas estantes para realizar o empréstimo (caso o acervo da biblioteca seja fechado, ou seja, sem acesso para os usuários, o livro deverá ser solicitado no balcão). Se o livro não estiver disponível o usuário deve identificar a razão. Se o livro não puder ser emprestado, pode ser feita uma consulta local. Se o livro estiver passando por reparos, o usuário deverá retornar em outro momento. Se o livro estiver emprestado, o usuário poderá fazer uma reserva do livro.

3 – Com o empréstimo realizado, o usuário deverá ficar atento ao prazo para devolução. Ao fim do prazo, caso o usuário queira permanecer com o livro, deverá consultar o sistema para saber se há reservas. Se houver reservas, deverá devolver o livro. Caso não hajam reservas, o usuário poderá renovar o empréstimo e permanecer com o livro.
É importante saber que existem diferentes prazos de empréstimo a depender do material a ser emprestado
(livros com grande rotatividade geralmente tem menor prazo de empréstimo), e do tipo de usuário (professores e alunos de pós-graduação normalmente tem um prazo maior do que alunos de graduação, por exemplo).
Também vale lembrar que é bastante comum a aplicação de multas diárias para os atrados na devolução e, em muitos casos, a multa é mais alta para livros que estão com reservas.

7. Registro de Periódicos: KARDEX
Ficha Kardex é uma ficha de registro de periódicos. É usada para registrar cada periódico e exemplar que entra na biblioteca. Periódicos são publicações seriadas (em série). Possuem esse nome pois obedecem a uma periodicidade (período de tempo) qualquer. Podem ser diários (como os jornais de grande circulação),
semanais, quinzenais, mensais, bimestrais, trimestrais, quadrimestrais, semestrais, anuais, bianuais, e assim por diante. Curiosidade: periódicos de países com estações do ano bem definidas costumam ser trimestrais e trazem a estação e não os meses.
As publicações seriadas acadêmicas, que são mais utilizadas em bibliotecas universitárias (também chamadas de bibliotecas acadêmicas), apresentam em geral periodicidade de mensal em diante. Ao final de um ano, elas mudam o número do ano ou volume, que indicam quase sempre o tempo de existência da publicação. Por exemplo, Revista Ciência da Informação, vol. 1, número 3.
O Kardex é muito importante para que sejam identificadas lacunas na coleção (exemplares que não foram
recebidos pela biblioteca) e também duplicatas recebidas.






Bons estudos a todos!
Até a próxima.