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Método eficiente

São dicas que podem facilitar nos seus estudos.

10 Dicas Básicas para a Aprovação

Manual que ensina através de um método prático e fácil, como se preparar melhor para uma prova de concurso público.

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segunda-feira, 28 de julho de 2014

Sobre auxiliar de biblioteca e bibliotecário

Boa tarde, concurseiros!

O post de hoje será sobre biblioteconomia no qual irei destacar sobre o cargo de Auxiliar de Biblioteca e Bibliotecário. Esta área está crescendo muito e sendo ampliada o quadro de funcionários nas instituições.

O profissional de biblioteconomia desenvolve atividades de organização, tratamento, análise e recuperação de informações em diversos níveis e suportes físicos, por meios manuais e automatizados, com vistas ao atendimento das necessidades informacionais de todos os segmentos da sociedade.

Para os concurseiros que irão prestar concurso para o cargo de Auxiliar de Biblioteca, este profissional é responsável pela organização, catalogação, tombamento e outras responsabilidades para com impressos diversos dentro de uma biblioteca ou revistaria. Ele também é responsável pela organização geral do ambiente e no suporte aos visitantes/ consumidores.

Já os candidatos que irão prestar concurso para o cargo de bibliotecário, este profissional é fundamental em todos os setores que trabalham com informação, desde as bibliotecas públicas, escolares e universitárias, às empresas que demandam uma eficiente gestão de informação, organização de acervos eletrônicos, arquitetura da informação em sites e atividades ligadas ao resgate da memória institucional. Confira abaixo o que este profissional pode fazer:

Análise da informação
Avaliar, selecionar, classificar e indexar livros, documentos, fotos, partituras musicais, fitas de vídeo e de áudio e arquivos digitais.

Gestão de serviços de informação
Planejar, organizar e administrar unidades, redes, bibliotecas, museus, sistemas e serviços de documentação e informação localizados em centros de pesquisa, centros de documentação, centros culturais e arquivos pessoais e de jornais e meios de comunicação, entre outros.

Consultoria e coordenação
Coordenar a formação do acervo, o arquivamento dos documentos e sua conservação em empresas, banco de dados e instituições públicas.

Ensino
Com a licenciatura, dar aulas no ensino técnico-profssionalizante.

Gestão do conhecimento
Desenvolver e gerenciar mecanismos para sistematizar o conhecimento acumulado dentro de uma organização, seja uma empresa, uma ONG, uma instituição educacional ou uma associação, estimulando, assim, sua divulgação.

Normatização
Montar bases de dados e fazer sua manutenção recorrendo ao emprego de normas internacionais, como a ISO.

Bons estudos e até o próximo post.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Assistente de alunos - 5ª parte

Olá, concurseiros!

O assunto de hoje é sobre a Disciplina Escolar que será explanado os conceitos, ética e posturas profissionais, agressividade, limites e violência, autonomia e obediência.

Falar sobre o tema disciplina escolar é um assunto que envolve a formação do caráter, da cidadania e da consciência do sujeito, pois manter os alunos em sala de aula prestando atenção no professor não é uma tarefa fácil sendo que existem vários fatores que influenciam no processo de ensino-aprendizagem. No entanto, apesar dessa complexidade, a verdade é que há um consenso sobre o fato de que sem disciplina não se pode fazer nenhum trabalho pedagógico significativo. 

Os pais vêem-se incapazes de ensinar aos seus filhos como viver ou os educam segundo a “pedagogia da violência” em vez do diálogo.

Quanto à escola, os alunos não respeitam os limites que devem assegurar a existência de si e a da sociedade. Os docentes, por sua vez, aplicam punições ineficientes ou são céticos quanto à eficácia das novas sanções. Diante dessa cena, a indisciplina pode, em parte, ser superada se alunos e professores se relacionarem.

Cabe dizer que as relações podem ser de coação ou de cooperação. A primeira é assimétrica e reforça o egocentrismo. Apoiada no respeito unilateral às leis, leva à heteronomia. Já a cooperação é simétrica, recíproca, constituinte e depende de acordos; por isso, leva ao respeito mútuo e à autonomia.

Um dos quesitos para a disciplina é a criação do vínculo entre ambos, pois só se respeitarão (se escutarão) se o educador for visto como autoridade, o que só é possível se ele fizer parte da subjetividade do aluno. O efeito é que este procurará ver sentido no saber veiculado por aquele; em caso contrário, teme perder o amor do seu mestre.

O mais importante, porém, é o aprendiz ser auto-disciplinado (autônomo). E, para isso, o aluno também deve ser respeitado. É aqui que a relação professor–aluno deixa de se sustentar na unilateralidade. No respeito mútuo "o elemento quase material de medo, que intervém no respeito unilateral, desaparece progressivamente em favor do medo totalmente moral de decair aos olhos do indivíduo respeitado".

A indisciplina é avessa a simplificações (como a de que a culpa é familiar). Devem-se evidenciar os fatores que influenciam em sua ocorrência, que vão desde as razões sociais amplas até as mais prosaicas e as ligadas à atual política educativa.

Combater a indisciplina? Não é o melhor caminho, já que se remete à noção condenável de guerra. Cabe acrescentar que, quando se combate algo, pode-se até derrotá-lo, mas não superá-lo. Assim, a indisciplina sempre ficará à espreita, fortalecendo-se e aguardando a ocasião propícia para contra-atacar.

Além do mais, esse tom bélico remete a um maniqueísmo inexistente: haveria, de um lado, os professores (disciplinados, modelos do bem e vítimas) e, de outro, os alunos (indisciplinados, encarnações do mal e algozes). Essas reduções, tão em moda, impedem a superação desse quadro, pois deixam de lado aspectos da realidade objetiva a serem contemplados.

Não se pode desprezar, todavia, a função que a relação professor–aluno pode desempenhar, auxiliando na diminuição da indisciplina e na mudança da sociedade, por meio do cultivo de valores democráticos (respeito mútuo, justiça e diálogo). A escola e funcionários desta devem cultivar tais valores, buscando sempre empregar o diálogo e se respeitar e respeitando os outros, desta forma é possível haver mudanças.

Bons estudos e até o próximo post.


terça-feira, 3 de junho de 2014

Assistente de alunos - 4 ª parte

Olá, concurseiros!

O post de hoje é continuação do artigo passado (Assistente de alunos - 3 ª parte). Este tem por objetivo apresentar os tipos de drogas lícitas e ilícitas.

O consumo de drogas é considerado um problema de ordem social que tem a capacidade de alterar o funcionamento do organismo não somente em função de sua alta frequência, mas principalmente devido aos prejuízos à saúde, pois afeta pessoas de todas as faixas etárias com consequências biopsicossociais para a sociedade. As drogas, substâncias naturais ou sintéticas são divididas em dois grandes grupos, segundo o critério de legalidade perante a Lei:

Drogas lícitas:  são drogas legalizadas perante a lei, produzidas e comercializadas livremente e que são aceitas pela sociedade, correspondendo a 8,1%  dos problemas de saúde em todo o mundo. Exemplos: cigarro, álcool, anorexígenos (moderadores de apetite), xaropes (remédios para controlar a tosse e que podem ter substâncias como a codeína, um derivado do opióide), anabolizantes (hormônios usados para aumentar a massa muscular), benzodiazepínicos (remédios utilizados para reduzir a ansiedade), descongestionantes nasais, etc.

Drogas ilícitas:  são drogas não legalizadas perante a lei, cuja comercialização é proibida pela legislação. Além disso, as mesmas não são socialmente aceitas e correspondem a 0,8% dos problemas de saúde em todo o mundo. Exemplos: cocaína, maconha, crack, heroína, ecstasy, inalantes (substâncias químicas voláteis que produzem efeitos psicoativos. Dentre as substâncias inalantes encontram-se os solventes (thinner, removedores, fluidos de limpeza, gasolina, cola) e gases (butano, propano, aerossóis, gases anestésicos, etc)., etc.

Nesse sentido, muitos questionam a aceitação, por parte da sociedade, das drogas lícitas, uma vez que as mesmas são prejudiciais para a saúde e também causam dependência nos usuários. Assim, o critério de legalidade ou não de uma droga é historicamente variável e não está relacionado, necessariamente, com a gravidade de seus efeitos. Alguns até mesmo afirmam que esse critério é fruto de um jogo de interesses políticos, e, sobretudo, econômicos.

Veja o post anterior sobre drogas, clique aqui.

Estude também para a Língua Portuguesa, Legislação e Informática.

Bons estudos!

sábado, 31 de maio de 2014

Assistente de alunos - 3ª parte

Bom dia, concurseiros!

O post de hoje é continuação do artigo passado (Assistente de alunos - 2 ª parte). Este tem por objetivo apresentar o conceito sobre drogas e quais são os principais tipos. 

As drogas são denominadas como psicoativas, pois atuam no cérebro afetando a atividade mental, sendo ela uma substância, natural ou não, que modifica as funções normais de um organismo. Também são chamadas de entorpecentes ou narcóticos. A maioria das drogas são produzidas a partir de plantas (drogas naturais), como por exemplo a maconha, que é feita com Cannabis sativa, e o Ópio, proveniente da flor da Papoula. Outras são produzidas em laboratórios (drogas sintéticas), como o Ecstasy e o LSD. A maioria causa dependência química ou psicológica, e podem levar à morte em caso de overdose. 

Através de exames toxicológicos é possível detectar a presença de várias drogas no organismo.

As pessoas que tentam abandonar as drogas podem sofrer com a Síndrome de Abstinência, que são reações do organismo à falta da droga.

O tráfico de drogas é chamado de narcotráfico. Algumas dessas substâncias são utilizadas em medicamentos (drogas lícitas), outras são proibidas em quase o mundo todo (drogas ilícitas).

Confira abaixo a relação dos três tipos de drogas que afetam o cérebro:
  • drogas que diminuem a atividade mental (são chamadas de depressoras): afetam o cérebro, fazendo com que funcione de forma mais lenta. Essas drogas diminuem a atenção, a concentração, a tensão emocional e a capacidade intelectual. Exemplos: ansiolíticos (tranqüilizantes), álcool, inalantes (cola) , narcóticos (morfina, heroína);
  • drogas que aumentam a atividade mental (são chamadas de estimulantes): Afetam o cérebro, fazendo com que funcione de forma mais acelerada. Exemplos: cafeína, tabaco, anfetamina, cocaína, crack;
  • drogas que alteram a percepção (são chamadas de substâncias alucinógenas): e provocam distúrbios no funcionamento do cérebro, fazendo com que ele passe a trabalhar de forma desordenada, numa espécie de delírio. Exemplos: LSD, ecstasy, maconha e outras substâncias derivadas de plantas.

Agora, fique por dentros dos principais tipos de drogas:

Drogas naturais
  • Maconha: uma das drogas mais populares, a maconha é consumida por meio de um enrolado de papel contendo a substância. É feita a partir da planta Cannabis sativa. Existe a variação chamada Skunk, com um teor de THC bastante elevado, bem como o Haxixe.
  • Ópio: droga altamente viciante, o Ópio é feito a partir da flor da Papoula. Os principais efeitos são sonolência, vômitos e náuseas, além da perda de inteligência (como a maioria das drogas). Opiáceos: codeína, heroína, morfina, etc.
  • Psilocibina: é uma substância encontrada em fungos e cogumelos, a Psilocibina tem como principal efeito as alucinações. Também é utilizada em pesquisas sobre a enxaqueca.
  • DMT - Dimetiltriptamina: A principal consequência do seu consumo são perturbações no sistema nervoso central. Utilizada em rituais religiosos.
  • Cafeína: é o estimulante mais consumido no mundo - está no café, no refrigerante e no chocolate.
  • Cogumelos Alucinógenos: alguns cogumelos, como o Amanita muscaria podem causar alucinações.
  • Nicotina
Drogas Sintéticas
  • Anfetaminas  - Seu principal efeito é o estimulante. É muito utilizada no Brasil por caminhoneiros, com o objetivo de afastar o sono e poder dirigir por longos períodos.
  • Barbitúricos - Um poderoso sedativo e tranquilizante, causa grande dependência química nos seus usuários.
  • Ecstasy - Droga altamente alucinógena, causa forte ansiedade, náuseas, etc.
  • LSD - Outro poderoso alucinógeno que causa dependência psicológica.
  • Metanfetamina - Era utilizada em terapias em muitos países, mas foi banida pelo uso abusivo e consequências devastadores da droga.
Drogas Semi-sintéticas
  • Heroína - A heroína é uma das drogas mais devastadores, altamente viciante - causa rápido envelhecimento do usuário e forte depressão quando o efeito acaba.
  • Cocaína e Crack - A cocaína é o pó produzido a partir da folha de coca, e o crack é a versão petrificada dessa droga. Altamente viciante, deteriora rapidamente o organismo do drogado, causando também perda de inteligência, alucinações, ansiedade, etc.
  • Morfina - É uma droga utilizada principalmente para o alívio de dores em todo o mundo. Também causa dependência química nos seus usuários.
  • Merla - droga produzida a partir da pasta de coca.
  • Oxi - outra droga derivada da pasta de cocaína.
Outras Drogas: inalantes, solventes, bebidas alcoólicas e cigarro
  • Bebidas Alcoólicas
  • Boa noite Cinderela
  • Cola de Sapateiro
  • Etanol e suas consequências
  • Inalantes
  • Lança Perfume
  • Cigarro e os Males do Cigarro
  • Efeitos da Nicotina e Alcatrão
  • Charuto
  • Narguilé
Atualmente, as drogas causam um grande problema na sociedade, principalmente entre a juventude na qual entram nesse mundo sem volta (na maioria das vezes).

Estude também para a LÍNGUA PORTUGUESA.



domingo, 25 de maio de 2014

Assistente de alunos - 2ª parte

Bom dia, concurseiros de plantão!

Este post de hoje é uma continuação do artigo "Assistente de alunos - 1ª parte", clique aqui. Através desta série que irei explanar sobre o cargo de Assistente de alunos, você poderá acompanhar todo o conteúdo programático que costuma ser a mesma programação das matérias pedidas em diversos concursos públicos abertos para este cargo.

Hoje, o assunto a ser abordado será sobre Drogadicção que é uma dependência de drogas, ou seja, vício em drogas.

Segundo pesquisas realizadas junto a usuários, o contato com as drogas começa em torno dos 11 anos, sendo uma criança entrando neste mundo turbulento. A maioria desses jovens entram neste mundo devido as influências de amigos e até mesmo da carência familiar. 

A Drogadicção é o termo mais adequado para referir quer a dependência, farmacodependência e toxicomania. Embora algumas vezes seja proposto o conceito de drogadicção como "apenas desordem crônica", não é menos verdade, que drogadicção pode manifestar-se em episódios agudos que eventualmente podem tornar-se crônicos.

Neurologicamente a Dependência Química deve ser considerada uma doença. Ela está ligada a alterações na estrutura e funções cerebrais, e isso torna a drogadicção fundamentalmente uma doença cerebral. Inicialmente, o uso de drogas é um comportamento voluntário mas, com o uso prolongado um "interruptor" no cérebro parece ligar-se, e quando o "interruptor" é ligado, o indivíduo entra em estado de dependência química caracterizado pela busca e consumo compulsivo da droga.

A problemática da drogadicção na adolescência aponta para uma dimensão “em negativo” no processo de transmissão, ou seja, para a impossibilidade de esses sujeitos integrarem, em seus psiquismos, a totalidade da herança recebida de seus pais. A presença de elementos “irrepresentáveis” no interior do sujeito produz um efeito, além de ruidoso, altamente “intoxicante”, do qual ele pode, paradoxalmente, buscar se defender por meio da intoxicação pela droga. Em relação a este potencial do objeto, poderíamos considerar a drogadicção como uma experiência de construção de um escudo, de contenção à excitação desestruturante.

A palavra prevenção, tem um grande valor, no qual deve-se ser trabalhado desde o jardim de infância, quando a criança começa a ser apresentada ao mundo, em suas relações com o outro, com a sociedade e com a cultura de um modo geral. Quando se oferece à criança um espaço crítico saudável, ou seja, um lar onde ela possa se expressar sem medo, com limites equilibradamente impostos, e onde ela possa aprender construindo sua subjetividade, está se oferecendo a esta criança melhores qualidades de bem viver, de estar bem com a saúde mental e com a vida. O que deve se buscar então é uma prevenção contra os perigos da vida, o que difere da prevenção contra à vida. Mesmo sem ignorar influências que acontecerão na vida de cada pessoa (sociais, familiares etc) é de fundamental importância o vínculo com a mãe, que prepara esta criança tanto de forma física e psicológica. Compreender as crianças não é tarefa difícil, à medida que se expressam de maneira clara, sem as articulações e as censuras adultas, dizendo-nos, claramente, o que sentem e do que precisam. Suas principais e essenciais demandas são amor, atenção e limites. Porém, vivemos numa época em que o tempo é cada vez mais escasso na vida dos pais, que acabam por tentar suprir sua ausência, no dia-a-dia dos filhos, através de substituições materiais. Presentes e brinquedos acabam, inocentemente, associados à necessidade de afeto da criança. O consumo exagerado faz desta relação um grande engano, em que aquilo que se encontra não é da ordem do que se procura. Com isso, a criança pode aprender desde pequena que carência afetiva, tristeza, angústia e vazio, ou seja, a própria dor de existir, devem ser substituídos por objetos de consumo atraentes. Infelizmente, este aprendizado indireto pode ser perigosamente repetido, e a droga, escolhida como o brinquedo ideal, para o preenchimento de suas dificuldades e sentimentos.

A drogadicção pode ser considerada um dos mais sérios problemas enfrentados pela sociedade contemporânea, pelas autoridades governamentais e sem se esquecer da necessidade da intervenção policial quando ela leva seus usuários a situações extremas de violência e destrutividade. Portanto é importante realizar um trabalho preventivo, conscientizando os jovens dos riscos que envolvem o uso das drogas, antes mesmo que ingressem em um caminho sem volta. 

No próximo post irei explanar sobre os tipos de drogas existentes.

Estude também para a LÍNGUA PORTUGUESA.


domingo, 18 de maio de 2014

Assistente de alunos - 1ª parte

Olá, meus amigos concurseiros!

Hoje começo a postar uma série de conteúdo programático que costuma cair no concurso público para o cargo de "Assistente de Alunos" no qual tem como nível C e os vencimentos básicos no valor de R$ 1.640,34 e além do vencimento básico, o servidor poderá ter os seguintes benefícios: Auxílio Alimentação, Auxílio Transporte, Auxílio Pré-Escolar, Saúde Suplementar, Incentivo à Qualificação e outros de acordo com a legislação em vigor.

Nesta série que será divida em partes do conteúdo programático que costuma ser a mesma programação das matérias pedidas em diversos concursos públicos abertos, irei explanar sobre: Adolescência, Droga dicção, Disciplina Escolar, Estatuto da Criança e do Adolescente e suas atualizações, Questões de gênero e diversidade sexual e Educação Inclusiva.

No post de hoje irei trabalhar em cima do assunto "Adolescência" que será analisado as seguintes questões de Caracterização da Adolescência, Aspectos físicos e psicossociais.

Então, vamos iniciar os estudos?

Caracterização da Adolescência

A fase de transição entre a infância e a juventude caracteriza-se a adolescência. Esta transição compreende a faixa etária dos 12 aos 20 anos, sendo uma etapa muito importante no desenvolvimento do ser humano.

É relativo a idade de travessia entre a infância e a idade adulta, pois existe controvérsias em relação à idade. Para a Organização Mundial de Saúde, adolescente é o indivíduo que se encontra entre os 10 e 19 anos. Já para o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069, de 13/07/1990) a faixa etária que limita a adolescência encontra-se entre os 12 e 18 anos. Para alguns estudiosos, a adolescência é dividida em 3 fases, sendo a 1ª de 12 aos 14 anos, 2ª de 15 aos 17 anos e 3ª de 18 aos 20 anos.

Durante a adolescência vai ocorrer alterações significativas a três níveis: física, psíquica (cognitiva/emocional) e social. Segundo pesquisadores e estudiosos, a adolescência pode ser dividida em três fases:
- fase inicial: situada entre os 12 e os 14 anos (puberdade ou pré-adolescência);
- fase intermediária: situada entre os 15 e os 17 anos (adolescência intermediária);
- fase final ou tardia: situada entre os 18 e os 20 anos ou mais (adolescência tardia).

Na fase final, ainda existe um enorme número de jovens infantilizados na faixa dos 20 anos, o que faz com que eles fiquem por muito mais tempo na casa dos pais, demorando mais para exercer sua independência. Além das motivações econômicas, existe uma ligação emocional maior do que nas gerações anteriores, demonstrando uma independência tardia.

Aspectos Físicos

As alterações físicas que ocorrem na fase inicial da adolescência e culminam com a maturidade reprodutiva, durante o período designado por puberdade, são sem dúvida as alterações mais visíveis, e por isso, são também capazes de provocar grande tensão e ansiedade nos adolescentes, por duas razões: a 1ª prende-se com factores culturais, e a 2ª tem a ver com o fato de os adolescentes não entenderem o que lhes está acontecer.

Mudanças nos campos intelectual e afetivo são marcantes neste período de adolescência, pois as meninas em geral amadurecem sexualmente antes que os meninos. Aos 12 anos para as meninas onde começa aparecer os seios, a cintura se afina, os quadris alargam-se, ocorre a primeira menstruação (menarca), onde vai prolongar estas mudanças até seus 18 anos. Já para os meninos se inicia aos 14 anos, onde a barba começa a despontar e ao mesmo tempo em que lhes engrossa a voz, os pelos aparecem pelo corpo, onde vai prolongar essas mudanças até seus 20 anos. Há uma intensa atividade glandular, hormonal, crescimento ósseo, em ambos os sexos.

Aspectos Psicossociais

No contexto da promoção da saúde e da prevenção de situações de saúde indesejáveis, é de particular importância o levantamento de informações sobre os aspectos psicossociais dos adolescentes, como: relacionamento social, ocorrência de sintomas psicossomáticos, bem como aspectos ligados a satisfação com a vida e com os aspectos do estilo de vida, por estes serem, do ponto de vista de pesquisa de campo,
mais acessíveis.

Abaixo, irei explicar sobre o aspecto psíquica e social.

- Psíquica: O adolescente nesta etapa vive no seu mundo interior. Para conhecer a própria personalidade, as suas ideias e ideais, compara-se com o mundo dos outros. Os aspectos relacionados ao bem-estar psicológico do adolescente sofrem invariavelmente e de forma preponderante influências das diversas situações que o indivíduo vivencia no seu cotidiano. Assim, as experiências e transformações sofridas na adolescência como: afirmação da personalidade, exercício pleno da sexualidade e função reprodutora, crescimento espiritual, conclusão de projetos de vida produtiva, autoestima, independência e autonomia levam à estruturação do perfil psíquico do adolescente 


- Social: Nesta etapa o adolescente faz opções e constrói valores sociais próprios. A lealdade, a coerência, a justiça social, a liberdade, a autenticidade são alguns dos valores mais defendidos, o que, frequentemente, faz com grande radicalidade. Os adolescentes revoltam-se, frequentemente, quando descobrem que a sociedade não se coaduna com as aspirações e valores que defendem.

Adquira um ótimo material para seus estudos, clique aqui.

Bons estudos e até o próximo post.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Basicão para Assistente em Administração - 3ª parte

Bom dia a todos que me acompanham através do meu blog.

Começo o post de hoje com o assunto Contratos administrativos e licitação, estes são assuntos que no direito privado a liberdade de contratar é ampla e informal, salvo as restrições da lei e as exigências especiais e forma para certos ajustes. Já no direito público a administração está sujeita a limitações de conteúdo e a requisitos formais rígidos, entre os quais, a exigência de prévia licitação, só dispensável nos casos expressamente previstos em lei.

Vamos começar?

Contratos administrativos e Licitação

Contrato Administrativo: é o ajuste, o acordo de vontades, que a administração pública celebra com o particular ou outra entidade administrativa para realização de objetivos de interesse público. O Contrato Administrativo é documento público. A publicação resumida do contrato e de seus aditamentos é, agora, obrigatória. (Art. 6º, par. único - Lei 8.666/93.).


Características: Presença da Administração publica; Finalidade Pública; Obediência à forma prescrita em lei; Procedimento legal; Natureza de contrato de adesão (cláusulas fixadas unilateralmente pela administração publica); Natureza intuitu personae (é vedada a subcontratação, total ou parcial, do seu objeto, a associação do contratado com outrem, a cessão ou transferência, total ou parcial); Presença de cláusulas exorbitantes (incomuns ou ilícitas em contrato celebrado entre particulares, pois conferem prerrogativas à Administração publica);

Modalidades

Contrato de Obra Pública: Tem por objeto uma construção, reforma ou ampliação de obra pública. Depende de licitação, mas independe de autorização legislativa. Pode ser:
a)   empreitada: a contraprestação é previamente fixada por preço certo, ainda que reajustável.
b)   Tarefa: a contraprestação é devida na proporção em que a obra é realizada.

Contrato de Serviço: Prestação de uma atividade, pelo contratado, à Administração publica. Serviços Comuns: independem de habilitação específica. Sempre por licitação, salvo se dispensável em razão do valor do contrato. Serviços profissionais: exigem habilitação especial.

Contrato de Fornecimento: Aquisição de bens móveis pela AP. Sempre por licitação, salvo se dispensável em razão do valor do contrato.

Contrato de Concessão

Concessão de Obra Pública: É o contrato pelo qual a administração publica  transfere, mediante remuneração indireta e por prazo certo, ao particular a execução de uma obra pública, a fim de que seja executada por conta e risco do contratado. A remuneração será paga pelos beneficiários da obra ou usuários dos serviços dela decorrentes, como ocorre com as praças de pedágio. Exige a realização de licitação (concorrência) e depende de lei autorizativa.

Concessão de serviço público: Contrato pelo qual a administração publica  transfere ao particular a prestação de serviço a ela cometido, a fim de que o preste em seu nome, por sua conta e risco, mediante remuneração paga pelo usuário, permanecendo a titularidade com o Poder Público. Exige licitação (concorrência). A rescisão por inadimplência permite a caducidade da concessão. Encampação: rescisão unilateral. Retomada coativa pelo poder concedente. Reversão: Decorre da extinção da concessão, incorporando-se ao patrimônio público os bens do contratado, desde de que apurada justa indenização.

CONSIDERA-SE NULO O CONTRATO ADMINISTRATIVO
- realizado sem concorrência, quando a lei a exige;
- mediante concorrência fraudada no seu procedimento ou julgamento;
- quando o ajuste contraria normas legais.

Licitação: é o procedimento administrativo mediante o qual a administração pública seleciona a proposta mais vantajosa para o contrato de seu interesse.

Princípios que regem: Igualdade; Legalidade; Impessoalidade; Moralidade e Probidade: honestidade no modo de proceder; Publicidade; Vinculação ao Instrumento Convocatório; Julgamento Objetivo; Ampla defesa; Adjudicação Compulsória.

Quanto à obrigatoriedade: Obras, serviços, compras, alienações, concessão e permissão de serviços públicos.

Quanto à dispensa: Há possibilidade de competição; Discricionariedade da AP. Não podem ser ampliados.

Quanto à inexigibilidade: Licitação inviável. Não há possibilidade de competição, pois só há um objeto ou uma pessoa que atenda às necessidades da AP. Possibilidade de ampliação.

Modalidades:
- Pregão: todos os entes federativos podem utilizá-la. Disciplinada pela Lei nº 10.520 (subsidiariamente Lei 8666). Aquisição de bens e serviços comuns. Se realiza por meio de propostas  e lances em sessão pública ou por meio eletrônico.

- Concorrência: Modalidade mais complexa. Obrigatória para:
a) Obras e serviços de engenharia de valor superior a R$ 1.500,00;
b) Obras e serviços que não sejam de engenharia, de valor superior a R$ 650.000,00;
c) Compra e alienação de bens imóveis, qualquer que seja o seu valor;
d) Concessões de direito real de uso;
e) Licitações internacionais;
f) Para o registro de preços, ressalvada a possibilidade de utilização do pregão.

- Tomada de preços: modalidade de licitação entre interessados previamente inscritos no Cadastro Geral de Fornecedores mantido pela AP. Interessados, ainda que não cadastrados, poderão participar apresentando, ate três dias antes da data prevista para o recebimento das propostas, todos os documentos exigidos para o cadastramento.

- Convite: Permite a participação de interessados, mediante convite feito pela entidade promotora do certame, endereçado a pelo menos três pessoas físicas ou jurídicas. Permite a participação de não convidados desde que compareçam à repartição com antecedência mínima de 24 horas.

- Leilão: venda de bens móveis inservíveis para a AP, produtos legalmente apreendidos ou penhorados, ou para a alienação de bens móveis (art. 19) a quem oferecer o maior lance.

- Concurso: escolha de trabalho técnico, cientifico ou artístico.

Quanto às Fases:
Interna: Sem participação popular.
- Fase de convocação da equipe que fará o edital;
- Delimitação do objeto;
- Elaboração do projeto base (etapas, prazos...);
- Estimativa de valor;
- Análise da viabilidade da competição;
- Escolha da modalidade da licitação;
- Estipulação de cronograma.

- Audiência pública: Em caso de concorrência e de obra de grande vulto.

Externa:  
- Divulgação do Edital (instrumento convocatório);
- Habilitação (art 27 e 28 da lei 8666 e 7º, XXIII CR/88)
- Julgamento (exame e classificação das propostas- Art. 44)
- Homologação
- Adjudicação (entrega da coisa)

Quanto à revogação: Interesse Público decorrente de fato superveniente devidamente comprovado. Só pode ser feita pela Administração publica. Pode ensejar indenização.

Quanto à anulação: Ilegalidade. Pode agir de ofício ou por provocação de terceiros. Pode ser feita pela AP ou pelo judiciário. Não gera direito a indenização.

Finalidades da Licitação
a) obtenção do contrato mais vantajoso para a administração pública;
b) igual oportunidade a todos os interessados;
c) fator de eficiência e moralidade nos negócios administrativos.
Como você está vendo, a lei estabelece uma série de mecanismos para impedir que o administrador
público realize contratos para beneficiar os seus apadrinhados e em prejuízo do patrimônio público.

LEI Nº 8.666/93: a Lei 8.666, de 21/06/93, estabelece normas gerais sobre licitação e contratos administrativos pertinentes a obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações e locações no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios (Art.1º) .
Observação: Subordinam-se também ao regime desta Lei as autarquias, as fundações públicas, as empresas
públicas, as sociedades de economia mista e demais entidades controladas direta ou indiretamente pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios.

O Edital como norma da licitação que descreve o objeto do contrato, possuindo cláusulas que determinam os critérios de participação e as fases do procedimento, é um documento que contém o testemunho histórico das normas internas da entidade do que diz respeito ao processo de contratação de empresas particulares para execução de serviços, obras, fornecimentos ou alienações bens. Esse importante documento faz parte da história dos objetos dos Contratos Administrativos (principalmente em se tratando de grandes obras públicas), tal como da própria Administração Pública e da satisfação dos interesses da população brasileira. Não há que se falar em licitação sem o Edital de Licitação, que é o documento mais importante para o atendimento do princípio da igualdade entre as empresas que pretendem realizar contratações com o Poder público, do princípio da concorrência, e do princípio da publicidade. Sendo assim, os Editais de Licitações cujos objetos sejam obras de grandes vultos, tais como todos os das modalidades de concorrência, tomada de preços e concursos, devem ser considerados documentos de valor permanente.


Até o próximo post.
Bons estudos!

Basicão para Auxiliar em Administração - 3ª parte

Boa tarde a todos que me acompanham através do meu blog.

Hoje o assunto é Órgãos e Instituições Relacionados à Segurança e à Saúde do Trabalhador no qual irei citar as siglas e seus significados citando também, os órgãos e instituições relacionados à área de segurança do trabalho.

Vamos começar?


Órgãos e Instituições Relacionados à Segurança e à Saúde do Trabalhador

As siglas utilizadas na área de segurança do trabalho:

AAF -análise de árvore de falhas
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas
ABPA- Associação Brasileira de Prevenção de Acidentes
ABP-EX - associação brasileira para a prevenção de explosões
ABPI- associação brasileira de prevenção de incêndios
ACGIH - American Conference of Governametal Industrial Higienists
ADC - árvore de causas
AET - análise ergonômica do trabalho
AET - auditor fiscal do trabalho
AFRA - abertura de frente de radiografia industrial
AI - agente de inspeção
AIDS - acquirite imuno-deficience syndrom
ALAEST - Associação Latino-americana de Engenharia de Segurança do Trabalho
ALAIST - Associación Latinoamericana de Ingeniaría de Seguridad del Trabajo
ALARA - As Low As Reasonably Achievable
AMFC - análise de modo de falhas e efeitos
ANA - Agência Nacional de Águas
ANAMT - associação nacional de medicina do trabalho
ANDEF - Associação nacional dos fabricantes de defensivos agrícolas
ANPT - Associação nacional dos procuradores do trabalho
ANSI - american national standards institute
ANVS - Associação Nacional de Vigilância Santária
APF - alto ponto de fluidez
APES - Associação Paranaense de Engenheiros de Segurança do Trabalho
APP - análise de problemas potenciais
ART - anotação de responsabilidade técnica
ASME - American Society of Mechanical Engineers
ASO - atestado de saúde ocupacional
AT - acidente de trabalho
ATEX - (ATmosphere EXplosibles) - atmosfera potencialmente explosiva
ATPE - atmosfera potencialmente explosiva
ATR - autorização para trabalho de risco
AVCB - Atestado de Vistoria do Corpo de Bombeiros
BAL - British Anti-Lewisite (Dimercaprol); Bronchoalveolar Lavage
BHC - Benzene Hexachloride (hexacloro benzeno)
BO - boletim de ocorrência
BPF - baixo ponto de fluidez
BS 8800 - british standard 8800 (norma britânica sobre saúde e segurança ocupacional)
BSI - British Standards Institute
BTU - British Thermal Unit
C - código do EPI. Por exemplo: C = 118.211-0/I=3
CA - certificado de aprovação
CAI - Certificado de Aprovação de Instalação
CAT - comunicado de acidente de trabalho
CBO - Classificação Brasileira de Ocupações
CCIH - Comissão de Controle de Infecções Hospitalares
CCOHS -Canadian Centre for Occupational Health & Safety
CCT - convenção coletiva do trabalho
CDC - control desease center (centro para controle de doenças)
CEI - cadastro específico do INSS
CEO - Chief Executive Officer, Chairman and Executive Officer
CEREST - centro de referência em saúde do trabalhador
CESAT - centro de estudos de saúde do trabalhador (Bahia)
CETESB - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental
CFM - conselho federal de medicina
CGC - cadastro geral de pessoa física
CGT - central geral dos trabalhadores
CID - código identificador de doença; classificação internacional de doenças
CIF - carteira de identidade fiscal
CIN - centro de informações nucleares
CIPA - Centro Informativo de Prevenção de Acidentes (nome próprio - Grupo CIPA)
CIPA - comissão interna de prevenção de acidentes
CIPAMIN - comissão interna para prevenção de acidentes na mineração
CIPATR - comissão interna para prevenção de acidentes no trabalho rural
CLT - consolidação das leis do trabalho
CMSO - Controle Médico de Saúde Ocupacional
CNA - confederação nacional da agricultura
CNAE - código nacional de atividades econômicas
CNC - comando numérico computadorizado (ex. torno CNC)
CND - certidão negativa de débito
CNEN - comissão nacional de energia nuclear
CNH - carteira nacional de habilitação
CNI - confederação nacional das indústrias
CNPJ - cadastro nacional de pessoas jurídicas
COEGP - Cursos para Operador de Empilhadeira de Grande Porte
COEPP - Cursos para Operador de Empilhadeira de Pequeno Porte
CONAMA - Comissão Nacional de Meio Ambiente
CONASEMS - Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde
CONASS - Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde
CONFEA - Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia
CONTAG - confederação nacional dos trabalhadores na agricultura
CORETEST - Conselho Regional dos Técnicos de Segurança do Trabalho
COS - composto orgânico volátil
COS-V - composto orgânico semi-volátil
CPATP - Comissão de Prevenção de Acidentes no Trabalho Portuário
CPF - cadastro de pessoa física
CPI - comissão parlamentar de inquérito
CPN - comitê permanente nacional (sobre condições e meio ambiente de trabalho)
CPR - comitê permanente regional (sobre condições e meio ambiente de trabalho)
CREA - Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia
CRF - certificado de registro de fabricante
CRI - certificado de registro de importador
CRJF - certidão de regularidade jurídico fiscal
CRM - conselho regional de medicina
CRP - centro de reabilitação profissional
CTN - centro tecnológico nacional (da Fundacentro)
CTPAT- comissão tripartite de alimentação do trabalhador
CTPP - comissão tripartite fretaria permanente
CTPS - carteira de trabalho previdência social
CUT - central única dos trabalhadores
DATAPREV - empresa de processamento de dados da previdência social
dB - decibel
DDS - Diálogo de Segurança
DDSMS - Diálogo Diário de Segurança, Meio Ambiente e Saúde
DDT - dicloro, difenil tricloroetano
DECEX - departamento de comércio exterior
DEQP - departamento de qualificação profissional
DIN - Deutsche Industrien Normen, Deutsches Institut für Normung
DNSST - departamento nacional de segurança e saúde do trabalho
DNV - Det Norske Veritas
DORT - doença(s) osteomuscular(es) relacionado(s) ao trabalho
DORT - distúrbio(s) osteomuscular(es) relacionado(s) ao trabalho
DOU - diário oficial da união
DRT - delegacia regional do trabalho
DRTE - delegacia regional do trabalho e emprego
DSST - departamento de saúde e segurança do trabalho
DST - doença sexualmente transmissível
EA - emissão acustica
EAR - equipamento autônomo de respiração
ECPI - equipamento conjugado de proteção individual
ECSST - educação continuada em Saúde e Segurança do Trabalho
EIA - estudo de impacto ambiental
EMATER - empresa de assistência técnica e extensão rural
EMBRAPA -empresa brasileira de pesquisas agropecuárias
END - ensaio não-destrutivo (radiações)
EPC - equipamento de proteção coletiva
EPI - equipamento de proteção individual
EST - engenheiro de Segurança do Trabalho; Engenharia de Segurança do Trabalho
FAT - fundo de amparo ao trabalhador
FDA - Failure-Data Analysis
FEEMA - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente (Rio de Janeiro)
FENATEST - federação nacional dos técnicos de Segurança do Trabalho
FEPI - ficha de entrega de EPI
FGTS - fundo de garantia do tempo de serviço
FIOCRUZ - Fundação Osvaldo Cruz
FISP - Feira Internacional de Segurança e Proteção (nome próprio)
FISP - Folha de Informação Sobre o Produto
FISPQ - Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico
FISPQ - ficha de informação de Segurançado produto químico
FISST - Feira Internacional de Saúde e Segurança no Trabalho
FMEA - failure method of effect analysis
FOR - free oxigen radicals (radicais livres de oxigênio)
FSDP - ficha de segurança de produto
FISPQ - Ficha de Informações de Segurança do Produto Químico
FTA - fault tree analysis (análise de árvore de falhas)
FUNDACENTRO - fundação Jorge Duprat Figueiredo de Seg. e Med. do trabalho
GA - gases ácidos
GES - grupo de exposição similar
GFIP - Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social.
GHE - Grupo Homogêneo de Exposição
GHR - Grupo Homogêneo de Risco
GLP - Gás Liquefeito de Petróleo
GNV - Gás Natural Veicular
GOI-PNES - grupo operativo institucional (do PNES)
GQT - Gerenciamento pela Qualidade Total
GR - grau de risco
GST - gerenciamento pela segurança total
GSTB - grupo de segurança do trabalho a bordo de navios mercantes
GT - grupo técnico
GT - 10 - grupo técnico para revisão da NR-10
GT/SST - grupo tripartite de saúde e segurança do trabalho
GTT - grupo técnico tripartite
HACCP - Hazard Analysis and Critical Control Point
HAZOP - hazard and operability
HIV - Human Immunodeficiency Virus
HMIS - Hazardous Material Information System, Hazardous Materials Identification System
HSTA - Higiene e Segurança no Trabalho e Ambiente
I - grau de infração. Por exemplo: C = 118.211-0/I=3
IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
IBUTG - índice de bulbo úmido-termômetro de globo
IEF - Instituto Estadual de Florestas (Minas Gerais)
IKAP - índice Kwitko de atenuação pessoal
ILO - International Labour Organization (OIT, em Inglês)
IML - Instituto Médico Legal
IN - Instrução Normativa. Sucede-se ao IN um número. Por exemplo IN-84
INSS - instituto nacional de seguridade social
INST - instituto nacional de segurança do trânsito
IPVS - imediatamente perigoso à vida e à saúde
IRA - Índice relativo de acidentes
ISO - International Organization for Standardization
LEM - Laudo de exame médico
LEO - limite de exposição ocupacional
LER - lesão por esforço repetitivo
LER/DORT - lesão por esforço repetitivo/distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho
LGE - líquido gerador de espuma
LP - Líquido penetrante
LT - limite de tolerância
LTCA - Laudo Técnico de Condições Ambientais
LTCAT - Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho.
MAG - Metal Ative Gas - tipo de solda
MBA - Master of Business Administration
MIG - Metal Inert Gas - tipo de solda
MMA - Ministério do Meio Ambiente
MOPE - movimentações de cargas perigosas
MRA - mapa de risco ambiental
MSDF - Material Safety Data Sheet
MTb - Ministério do Trabalho
MTE - Ministério do Trabalho e Emprego
MTR - manifesto para transporte de resíduos
NBR - norma brasileira
NFPA - National Fire Protection Association
NHO - norma de higiene ocupacional
NIOSH - National Institute for Occupational Safety and Health
NIT - Número de Identificação do Trabalhador
NOB - norma operacional básica
NOSA - National Occupational Safety Association (Africa do Sul)
NPS - nível de pressão sonora
NR - norma regulamentadora
NRR - nível de redução de ruído
NRR - norma regulamentadora rural
NRR-SF - Noise Reduction Rating - Subject Fit
OGMO - orgão gestor de mão-de-obra
OHSAS - Ocupational Health Safety Assessment Series
OIT - organização internacional do trabalho ( em Inglês, ILO)
OMS - Organização Mundia da Saúde
ONG - organização não-governamental
ONL - organização não-lucrativa
OS - ordem de serviço
OSHA - Occupational Safety and Health Administration
PAE - Plano de Ação Emergencial
PAIR - perda auditiva induzida por ruído
PAIRO - perda auditiva induzida por ruído ocupacional
PAM -Plano de Ajuda Mútua
PAT - programa de alimentação do trabalhador
PBA - Plano Básico Ambiental
PCA - plano de controle ambiental
PCA - programa de conservação auditiva
PCE - plano de controle de emergência
PCE - Plano de Controle de Emergência
PCIH - Programa de Controle de Infecções Hospitalares
PCMAT - programa de condições e meio ambiente de trabalho na construção civil
PCMSO - programa de controle médico de saúde ocupacional
PCTP - programa de controle total de perdas
PDCA - plan, do, check, act
PGR - programa de gerenciamento de risco
PGRSS - Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Saúde
PH - profissional habilitado
pH - potencial hidrogenionico
PM - particulas magnéticas
PMOC - Plano de Manutenção, Operação e Controle
PMTA - Pressão Máxima de Trabalho Admissível
PNES - Programa nacional de Eliminação da Silicose
PPACAP - Programa de Prevenção de Acidented Com Animais Peçonhentos
PPEOB - Programa de Prevenção de Exposição Ocupacional ao Benzeno
PPD - Pessoa Portadora de Deficiência
PPP - Perfil Profissiográfico Previdenciário
PPR - Programa de Proteção Respiratória
PPRA - programa de prevenção de riscos ambientais
PPRAG - programa de prevenção de riscos ambientais para indústrias Galvânicas
PPRPS - Programa de Prevenção de Riscos em Prensas e Similares.
PPS - Procedimento Padrão de Segurança
PRAT - pedido de reconsideração de acidente de trabalho
PRODAT - Programa Nacional de Melhoria de Informações Estatísticas sobre Doenças e Acidentes do Trabalho
PROESIC - Programa de Engenharia de Segurança na Indústria da Construção
PROVERSA - programa de vigilância epidemiológica e sanitária em agrotóxicos
PSS - programa de saúde e segurança
PSSTR - programa saúde e segurança do trabalhador rural
PT - Permissão de Trabalho
PTR - Permissão de Trabalho de Risco)
RAA - relatório de auditoria ambiental
RAP - relatório ambiental prévio
RE - risco elevado (normas de combate à incêndio)
REM - roetgen equivalent man (unidade de dose de radiação)
RG - registro geral (cédula identidade)
RIA - responsável pela instalação aberta (técnico habilitado em trabalho com radiação)
RIMA - relatório de impacto de meio ambiente
RIT - regulamento de inspeção ao trabalho
RL - risco elevado (normas de combate à incêndio)
RM - risco médio (normas de combate à incêndio)
RNC - relatório de não-conformidade
RSI - repetitive strain injuri (Lesão por Esforço Repetitivo - LER, em Inglês)
RT - responsável técnico
RTP - recomendação técnica de procedimentos
RTR - requireimento para transferência de fonte radioativa
SARS - severe acute respiratory syndrom
SASSMAQ - Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade
SAT - seguro de acidente de trabalho
SECONCI - Serviço Social da Indústria da Construção
SEESMT - serviço especializado em engenharia de segurança e medicina do trabalho
SEFIT - sistema federal de inspeção do trabalho
SENAC - serviço nacional de aprendizado do comercio
SENAI - Serviço Nacional de Aprendizado Industrial
SENAR - serviço nacional de aprendizado rural
SERLA - Fundação Superintendência Estadual de Rios e Lagoas
SERT - secretaria do emprego e relações do trabalho
SESC - serviço social do comércio
SESI - serviço social da indústria
SESMT - serviço especializado em engenharia de segurança e medicina do trabalho
SESST - Serviço Especializado em Segurança e Saúde do Trabalhador Portuário
SEST - serviço especializado em Segurança do Trabalo
SETAS - secretaria do trabalho e da ação social
SGSST - Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho
SIASUS - serviço de informação ambulatorial do SUS
SICAF - Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores
SINDUSCON - sindicato da industria da construção civil
SINITOX - sistema nacional de informação tóxico-farmacológica
SIPAT- semana interna de prevenção de acidentes do trabalho
SIT - secretaria de inspeção do trabalho
SOBES - Sociedade Brasileira de Engenharia de Segurança
SOL - Segurança Ordem e Limpeza
SSSSS ou 5S - Seiri, Seiton, Seison, Seiketsu e Shitsuke
SSST - secretaria de segurança e saúde do trabalho
SST - Saúde e Segurança do Trabalho
SUS - sistema único de saúde
Sv - Sievert (unidade de dose de radiação)
TDS - Treinamento de Segurança
TE - Temperatura Efetiva
Temperatura Efetiva Corrigida
TIG - Tungsten Inert Gas - tipo de solda
TLV - Threshold Limit Value, Threshold Level Value
TPM - Técnicas de parasitologia e manejo de pragas
TRT - tribunal regional do trabalho
TST - técnico de Segurança do Trabalho TST - Tribunal Superior do Trabalho
TWA - time weight average (nível médio ponderado)
TWI - Training With Industry
UE- unidade extintora (normas de combate à incêndio)
US - ultrassom
UFIR - unidade fiscal de referência
UNESCO - United Nations Education, Science and Culture Organization
UNICEF - United Nations Children`s Found
VGD - ventilação geral diluidora
VLE - ventilação local exaustiva
VO - voláteis orgânicos
VRT - valor de referência tecnológico
WHO - World Health Organization

Até o próximo post.
Bons estudos!

Basicão para Técnico em Audiovisual - 3ª parte

Boa tarde a todos que me acompanham através do meu blog.

Irei iniciar este post com o tema  Planos e Enquadramentos de Câmeras, este assunto é muito interessante porque escolher o plano é determinar qual é a distância entre a câmera e o objeto que está sendo filmado, levando em consideração o tipo de lente que está sendo usado, pois o campo visual é determinado pelo ângulo que a lente consegue obter, já o plano de câmera é o nome dado a uma imagem capturada por uma câmera de cinema ou vídeo, que enquadre algo, geralmente um ser humano, de uma forma previamente definida. O plano cinematográfico diz respeito à proporção que os personagens (objetos ou pessoas) são enquadrados. O tipo de plano escolhido pode influenciar os espectadores e/ou ressaltar emoções do vídeo.

Vamos começar?

Enquadramento
O enquadramento refere-se aonde e como posicionar a câmera durante as gravações. Determinar o enquadramento significa pensar sobre qual área vai aparecer na cena e qual o ponto de vista mais indicado para que a ação seja registrada. O enquadramento pode reforçar sentimentos e intenções da cena.

Exemplo: a câmera em posição elevada (voltada para baixo) pode ser usada para enfatizar a inferioridade de um personagem enquanto que a câmera baixa (voltada para cima) pode mostrar o contrário.

Plano e Tipos de Plano
O plano cinematográfico diz respeito à proporção que os personagens (objetos ou pessoas) são enquadrados. Os elementos de uma cena devem estar ordenados de maneira que tenham sentido para o telespectador que observa atento. É importante observar o quadro por inteiro e não só o personagem ou o objeto principal. Com isto evita-se, por exemplo, plantas no fundo da cena que pareçam sair da cabeça de uma pessoa.
A Montagem é o resultado da sequência de diferentes planos. A união dos planos é maior do que a soma das características de cada um deles. Ou seja, a montagem proporciona ainda mais significados para o vídeo.
O tipo de plano escolhido pode influenciar os espectadores e/ou ressaltar emoções do vídeo. Confira abaixo os principais tipos de planos cinematográficos:

Plano Geral: enquadra uma grande parte do cenário, sendo mais descritivo onde o personagem não tem tanta importância.

Plano de Conjunto: enquadra a área onde se desenvolve a cena, ou seja, o cenário ainda se impõe, só que agora, os elementos já estão mais definidos.

Plano americano: a partir deste plano todos serão sempre definidos em função da presença humana. Este plano corta a figura humana na altura dos joelhos. Exemplo: A repórter no Ribeirão Santana, na cidade de Santana da Vargem/MG, mostrando a enchente. Nesta reportagem ela se encontra de botas com os pés imersos dentro da água. A reportagem começa com plano de conjunto e fecha até o plano americano. Com isso o repórter fica mais próximo do telespectador, seu rosto fica mais definido, mas ainda assim mostra a situação em que ela está.

Plano Médio: a pessoa aparece cortada da cintura para cima. O cenário já não tem mais tanto valor.

Plano Próximo: a pessoa aparece cortada do busto para cima. O cenário não aparece e a expressão facial começa a ter um peso determinante.

Primeiríssimo plano ou close up: o rosto ocupa praticamente todo o quadro. Tem grande intensidade dramática e psicológica, pois coloca a expressão humana como centro de interesse.

Big close-up: as partes do rosto que exprimem emoção são totalmente valorizadas.

Plano de Detalhe: não tem um limite definido podendo enquadrar partes de uma pessoa ou objeto. É usado como “insert” dentro de uma cena, quando se quer chamar a atenção para um ponto específico.

Plano sequência: quando registramos a cena em uma só tomada, sem corte ou interrupção. Leva em consideração a forma e o conteúdo da narrativa. Exemplo: filme “weekend” (1967) de Godard mostra um travelling em plano sequência com muita emoção. Filme “A Marca da Maldade” (1958) de Orson Welles, Russian Ark (2002) de Alexander Sokurov.

Os ângulos

Além da divisão em planos, a câmera pode ser definida quanto a sua inclinação.

Câmera alta ou plongée: enquadra a pessoa de cima para baixo dando a impressão de achatamento ou inferioridade.

Câmera baixa ou contre-plongée: ao contrário da câmera alta dá a impressão de superioridade.

Câmera na diagonal: gera um desequilíbrio na imagem criando uma tensão interna. É usada para revelar estados de desequilíbrio. Exemplo: pessoa passando mal (câmera em close-up pegando o rosto de lado).

Câmera Subjetiva: uma câmera subjetiva é aquela em que temos a impressão de estarmos olhando a cena com os olhos do ator ou atriz. Exemplo: Bate-se na porta e uma mulher atende. Mostra-se essa mulher em primeiro plano e a pessoa que bateu na porta em primeiro plano também. Elas conversam entre si e as cenas as mostram de frente uma falando com a outra. A câmera assume o papel (ponto de vista) de cada um dos personagens. Outro exemplo é um homem andando por um matagal as pressas. Aparece ele andando do ponto de vista dos seus olhos pelo matagal. Causa apreensão, medo.

Movimentos de Câmera

A escolha do que é visto e de como é visto é um dos principais recursos narrativos da linguagem videográfica. Além dos planos e ângulos a câmera tem o recurso de mover-se em relação à sua base e ao eixo da ação.

Panorâmica: este movimento descreve uma cena horizontalmente, podendo ser da esquerda para direita, mas existem objeções de fazê-la da direita para esquerda, pois estaria em desacordo com o modo da leitura ocidental

Tilt ou pan vertical:  descreve um objeto, um prédio, uma pessoa no sentido vertical, ele pode ser usado de cima para baixo, ou de baixo para cima, dependendo da intenção da descrição.

Travelling: a câmera pode movimentar-se, aproximando ou afastando, da esquerda para direita (ou vice-versa) ou de cima para baixo (ou vice-versa).

Zoom: utiliza-se como movimento o recurso que a lente Zoom possibilita: Zoom in (traz a imagem distante para bem próxima) e Zoom out (leva a imagem próxima para longe).

Técnicas para Gravação
Eixo da câmera: a captação de cenas obedece a uma regra de posicionamento de câmera, chamada eixo.
É um eixo imaginário de 180 graus que divide a cena.Quando uma das câmeras ultrapassa o eixo dos 180º, dizemos que ela "quebrou o eixo".

Plano e contra-plano: numa entrevista, por exemplo, enquadramos os dois participantes em Close up e ao enquadrarmos um dos participantes o outro aparece apenas com a parte e trás da cabeça.

Regra dos Terços: olhando pelo visor da câmera e dividindo mentalmente o quadro em três partes (três horizontais e três verticais) as melhores imagens são aquelas onde o assunto principal não está no centro e sim em um dos quatro pontos de interseção chamados de pontos de ouro ou áureos. A colocação em um destes pontos vai depender do assunto e de como ele deve ser apresentado. Por exemplo, os olhos de um personagem devem ficar na linha superior. O horizonte não deve ficar no centro do quadro e sim na linha superior ou na inferior quando se quiser dar mais ênfase ao primeiro plano. Esta é uma regra que deve ser seguida em tomadas normais, mas pode-se por razões dramáticas ou para isolar um objeto do todo, enquadrar de outra maneira.

Continuidade: essa é uma técnica de gravação que o profissional deve ter atenção redobrada. Não há nada mais feio numa cena do que descontinuidade.Exemplo: Numa cena a mulher está de cabelos molhados e sai da sala para ir até o jardim externo. Na cena do jardim a mulher aparece entrando, vindo da sala, de cabelos secos. Um exemplo melhor é o quadro do programa Jô soares “Piscou Dançou!”

Continuidade Direcional: se a criança está engatinhando da esquerda para direita, o câmera deve deixar um espaço no lado direito dando a entender que a criança ainda tem espaço para engatinhar.

Continuidade Temporal: ocorre quando conseguimos manter uma relação coerente entre o tempo real e o tempo representado. Exemplo: eu possa falar de um acontecimento que durou 1 minuto em 2 horas. O assassinato do Presidente John Kennedy.

Linhas: as linhas reais de uma cena, aquelas formadas pelos objetos, pelas pessoas e pela direção do movimento podem proporcionar um clima e levar a atenção do espectador ao centro de interesse. A atenção a esse detalhe demonstra bom gosto e grande preocupação com a estética da imagem.

Tonalidade, Equilíbrio e Moldura: tonalidade (vem da característica tonal da imagem). É dada pelos valores tonais dos elementos da cena ou pela iluminação.Tons claros dão leveza à cena enquanto tons mais escuros dão geralmente um aspecto mais sombrio, dramático. Equilíbrio (deve-se montar a cena tendo preocupação com o seu volume). Os elementos de cena devem estar distribuídos de forma que o telespectador tenha outros interesses além do que ele está olhando.Exemplo: Numa entrevista num parque onde o entrevistado fala sobre novos projetos para este parque, pode-se enquadrar o entrevistado em primeiro plano deslocá-lo para a direita do quadro e ao fundo colocar o lago do parque com pedalinhos etc. Moldura: (na tv analógica a moldura está numa razão de aspecto de 4x3). No cinema e na tv digital a moldura está e estará numa razão e aspecto de 16x9. Deve-se ter atenção para este detalhe. O arranjo dos objetos de cena de uma moldura para outra são naturalmente diferentes devido a espacialidade existente em um e no outro. Exemplo: Numa moldura 4x3 não é possível colocar todo um quarto na tela de forma a não carregar com excesso os elementos de cena. Já na moldura 16x9 a possibilidade é maior usando o mesmo plano.

Bons estudos!
Até a próxima.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Basicão para Assistente em Administração - 2ª parte

Bom dia a todos que me acompanham através do meu blog.

Começo o post de hoje com o assunto Princípios básicos da administração que são regras gerais de observância permanente e obrigatória para o bom administrador que seriam legalidade, moralidade, impessoalidade ou finalidade, publicidade, eficiência, razoabilidade, proporcionalidade, ampla defesa, contraditório, segurança jurídica, motivação e supremacia do interesse público. Os cinco primeiros estão expressamente previstos no art. 37, caput, da CF de 1988; e os demais, embora não mencionados, decorrem do nosso regime político, tanto que, ao daqueles, foram textualmente enumerados pelo art. 2º da Lei federal 9.784, de 29/01/1999.

Vamos começar?

Princípios básicos da administração

São considerados princípios básicos aqueles enumerados no art. 37 da CF, que dispõe: "A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:"

São, portanto, 5 (cinco) os princípios constitucionais da Administração Pública. Para facilitar a sua memorização, utilize a palavra mnemônica "L I M P E":

L egalidade;
I mpressoalidade;
M oralidade;
P ublicidade;
E ficiência.

Além destes, expressamente enumerados, há outros que emergem do Texto Constitucional:

Princípio da Licitação Pública;
Princípio da prescritibilidade dos ilícitos administrativos;
Princípio da responsabilidade civil da Administração;
Princípio da razoabilidade (ou proporcionalidade) e;
Princípio da supremacia do interesse público.
Cumpre registrar que há, ainda, princípio do controle judicial dos atos administrativos e o princípio da motivação.

Neste post irei destacar o que se pede no edital que são os princípios básicos da Administração Pública no qual são os cinco Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência.


Princípio da Legalidade
O princípio da legalidade, que é uma das principais garantias de direitos individuais, remete ao fato de que a Administração Pública só pode fazer aquilo que a lei permite, ou seja, só pode ser exercido em conformidade com o que é apontado na lei, esse princípio ganha tanta relevância pelo fato de não proteger o cidadão de vários abusos emanados de agentes do poder público.
O administrador público durante toda a sua vida funcional , está sujeitos aos ditames da Lei, e exigências do bem comum. Caso venha a não cumprir os ditames legais, será enquadrado nas seguintes responsabilidades que são: Disciplinares, civis e criminais, conforme o caso.
O administrador público não pode agir conforme a sua vontade pessoal, ele tem a obrigação de desempenhar a sua Função de acordo com o que determina a Lei.Em síntese se o resultado de seu ato violar a Lei , regulamentos ou qualquer ato normativo , é caracterizado por ilegalidade de ação.
“Na Administração Pública não há liberdade nem vontade pessoal. Enquanto na administração particular é lícito fazer tudo que a lei não proíbe, na Administração Pública só é permitido fazer o que a lei autoriza. A lei para o particular significa “poder fazer assim”; para o administrador público significa “deve fazer assim”.


Princípio da Impessoalidade

Este princípio impõe ao administrador público que só pratique os atos em seu fim legal.
A Constituição Federal Brasileira , estabelece impessoalidade, entretanto alguns autores referem Finalidade. A Finalidade estabelece ao administrador Público que só execute atos para fins legais, ou seja, exclusivamente conforme a norma de direito. Implica em excluir a promoção pessoal de autoridade ou servidor de suas realizações administrativas. A finalidade real da Administração Pública é o interesse público, e o não cumprimento é abuso de poder.
Para a garantia deste principio, o texto constitucional completa que para a entrada em cargo público é necessário a aprovação em concurso público.



Princípio da Moralidade


Este princípio relaciona-se com as decisões legais tomadas pelo agente de administração publica, acompanhado, também, pela honestidade. Deve se considerar sempre a finalidade de sua ação que é em bem comum a moral administrativa impõe-se ao agente público como norma de conduta interna, a validade de qualquer ato público deverá passar pela distinção legal, justo, conveniente e importuno, mas sobretudo honesto. Em suma a moralidade integra o direito.
Um agente administrativo ético que usa da moral e da honestidade, consegue realizar uma boa administração, consegue discernir a licitude e ilicitude de alguns atos, além do justo e injusto de determinadas ações, podendo garantir um bom trabalho.


Princípio da Publicidade
Publicidade é a divulgação oficial do ato para conhecimento público e início de seus efeitos externos. Impõe plena transparência em relação aos comportamentos da administração pública.
Para que os atos sejam conhecidos externamente, ou seja, na sociedade, é necessário que eles sejam publicados e divulgados, e assim possam iniciar a ter seus efeitos, auferindo eficácia ao termo exposto. Além disso, relaciona-se com o Direito da Informação, que está no rol de Direitos e Garantias Fundamentais.

Configura-se como a divulgação do ato para o conhecimento de todos. Sabe-se que Lei e ato costuma gerar conseqüências e exige publicidade, porém essa publicidade não está relacionada ao agente público.
A publicidade, como princípio da administração pública, abrange toda atuação estatal, não só sob o aspecto de divulgação oficial de seus atos como, também, de propiciação de conhecimento da conduta interna de seus agentes.


Princípio da Eficiência

De acordo com a reforma federal , inclui-se no art.37 , que este dever de eficiência deverá ser observado pela administração. Direta e Indireta. O dever de eEficiência refere-se a execução da boa da ministração com presteza, perfeição e rendimento funcional, exige resultados positivos e satisfatórios atendendo as necessidades públicas, este controle abrangerá aspectos qualitativos e quantitativos.

“O Princípio da eficiência exige que a atividade administrativa seja exercida com presteza, perfeição e rendimento funcional. É o mais moderno princípio da função administrativa, que já não se contenta em se desempenhar apenas com uma legalidade, exigindo resultados positivos para o serviço público e satisfatório atendimento as necessidades da comunidade e de seus membros.”
Este princípio zela pela “boa administração”, aquela que consiga atender aos anseios na sociedade, consiga de modo legal atingir resultados positivos e satisfatórios, como o próprio nome já faz referência, ser eficiente. 


Até o próximo post.
Bons estudos!

Basicão para Auxiliar em Administração - 2ª parte


Bom dia a todos que me acompanham através do meu blog.

Hoje o assunto é Legislação e Segurança à Saúde do Trabalhador que é um assunto muito importante para a sociedade que é regida por algumas regras de comportamento, ou seja, por leis que são fundamentais no 
ordenamento social. Entre outros “bens” protegidos pela legislação, está a "vida". E para garantir a nossa 
segurança e sobrevivência, existem regras específicas. Assim como nos demais segmentos, o ambiente de trabalho possui suas regras próprias que visam garantir a saúde e a segurança das pessoas. No âmbito privado, por exemplo, aplicam-se as Normas Regulamentadoras (NRs) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). No caso do serviço público, todos os aspectos referentes aos servidores são regulamentados por legislação específica elaborada pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG)

Vamos começar?

Legislação e Segurança à Saúde do Trabalhador

A segurança no trabalho surgiu pela necessidade de proteger a vida do homem ao desenvolver suas atividades laborais, uma vez que existem, hoje, muitas empresas, cujo ambiente de trabalho é agressivo pela presença de agentes prejudiciais à saúde.

A 1ª lei de proteção aos trabalhadores, foi a “Lei de Saúde e Moral dos Aprendizes”, reduzindo a jornada de trabalho para 12 horas, restringindo o trabalho noturno e regulamentando a idade mínima para trabalhar. Em meados dos anos 1840 a 1860, a aprovação das primeiras Leis de Segurança no trabalho, que regulamentam os problemas de saúde e doenças profissionais.

Em 1919, foi fundada a Organização Internacional do Trabalho (OIT), com o objetivo de uniformizar as questões trabalhistas e reverter as condições subumanas do trabalho. Considerando o desenvolvimento econômico, a OIT adota seis propostas destinadas à proteção da saúde e à integridade física dos trabalhadores: proteção à maternidade, trabalho noturno para mulheres, limitação da jornada de trabalho, idade mínima para a admissão de crianças e o trabalho noturno para menores. No mesmo ano, implantaram-se serviços de medicina ocupacional, com a fiscalização dos ambientes de trabalho nas empresas, promulgado por meio do Decreto Legislativo nº 3.724.

A importância de se criar medidas legislativas para proteção dos trabalhadores no Brasil começou a ser cogitada após a Primeira Guerra Mundial, em decorrência da assinatura de tratados internacionais. Na década de 1970, o Brasil, era detentor do título de campeão mundial de acidentes de trabalho, teve garantida, a partir de 1977, a Segurança e a Medicina do Trabalho por meio de capítulo específico na legislação nacional, pois não era interessante para o país que as indústrias mantivessem essa situação. Da mesma forma, importante foi a regulamentação dos artigos que criaram 28 Normas Regulamentadoras (NRs), pelo Ministério do Trabalho e Emprego (TEM), em 1978. 

A legislação vigente no país referente à Segurança e Medicina do Trabalho é a Portaria n.° 3214/78, do Ministério do Trabalho e Emprego. Nela, estão disponíveis as Normas Regulamentadoras (NR’s), que orientam trabalhadores e empregadores, no que se refere às condições de trabalho necessárias para manutenção da saúde e prevenção de acidentes.

O serviço de segurança e medicina do trabalho tem papel importante na empresa, pois, entre seus objetivos, está efetuar estudos e descobertas de meios para controlar, diminuir ou mesmo eliminar do ambiente de trabalho todos os fatores capazes de prejudicar a saúde do trabalhador.

Importante: A Norma Regulamentadora n.° 9 da Portaria n.° 3214/78 orienta a execução do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), que é uma ferramenta legal no trabalho da prevenção. Essa NR pede a avaliação de agentes nocivos à saúde e os classifica em: riscos químicos, riscos físicos e riscos biológicos.

Riscos físicos: ruídos, vibrações, radiações ionizantes e não ionizantes, frio, calor, pressões anormais e umidade.
Riscos químicos: poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases e vapores.
Riscos biológicos: vírus, bactérias, fungos, parasitas e bacilos.

Normas regulamentadoras, entre muitas as mais importantes:
NR – 05 – orienta sobre criação e manutenção da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa)
NR – 06 – Equipamento de Proteção Individual (EPI)
NR – 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)
NR – 09 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)
NR – 11 – Transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais
NR – 12 – Máquinas e Equipamentos
NR – 15 – Adicional de Insalubridade
NR – 16 – Adicional de Periculosidade
NR – 17 – Ergonomia
NR – 23 – Proteção contra Incêndio
NR – 24 – Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho
NR – 32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.

Legislação em Saúde do Trabalhador (Diretrizes básicas)
Constituição da República Federativa do Brasil
Art. 200 - Ao Sistema Único de Saúde, compete, além de outras atribuições, nos termos da lei... II - executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como as de saúde do trabalhador; ... VIII - colaborar na proteção do meio ambiente, nele compreendido o do trabalho. 

Lei nº 8.689 de 27 de julho de 1993
Dispõe sobre a extinção do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (Inamps) e dá outras providências.

Lei nº 8.080 de 19 de setembro de 1990
Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências.

Lei nº 8.142 de 28 de dezembro de 1990
Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências.

Lei nº 6.259 de 30 de outubro de 1975
Dispõe sobre a organização das ações de Vigilância Epidemiológica, sobre o Programa Nacional de Imunizações, estabelece normas relativas à notificação compulsória de doenças, e dá outras providências.

Portaria Interministerial nº 800 de 3 de maio de 2005
Publica o texto-base da minuta de Política Nacional de Segurança e Saúde do Trabalho.

Portaria nº 3.908/GM, de 30 de outubro de 1998
Estabelece procedimentos para orientar e instrumentalizar as ações e serviços de Saúde do Trabalhador no Sistema Único de Saúde (SUS).

Portaria nº 2.048/GM, de 3 de setembro de 2009
Aprova o Regulamento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011
Regulamenta a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa, e dá outras providências.

Até o próximo post.
Bons estudos!

Basicão para Técnico em Audiovisual - 2ª parte

 Bom dia a todos que me acompanham através do meu blog.

Começarei hoje postando o basicão para aqueles que irão prestar concurso para o cargo de Técnico em Audiovisual, pois esta palavra é formada pela junção das palavras: áudio e visual, ou seja, som e imagem. Audiovisual é uma área que abrange toda a obra que é produzida com a intenção de criar a impressão de movimento, utilizando imagem e som. Não importa como se captura, exibe ou transmite as imagens e os sons, seja pelo cinema, pelo vídeo, pela televisão, seja pela internet, seja através de filme de ficção, seja documentário, desenho animado, videoclipe, novela; ou seja, tudo é audiovisual.

Espero que todos possam acompanhar, pois estou dividindo o conteúdo em partes.

Lembrete: Não deixe de conferir neste blog a matéria de Português, pois é fundamental em um concurso.

Irei iniciar este post com o tema - História da Fotografia e TV no qual irei disponibilizar materiais para estudo de acordo com o seguinte conteúdo:

 - História da Fotografia e TV
- Planos e enquadradamentos de Câmeras.
- Tipos de iluminação.
- Tipos de Microfones.
- Softwares de edição de audio e video, aplicações e recursos.
- Montagem de equipamentos de audio e normas técnicas.
- Montagem de equipamentos de Projeção e e normas técnicas

 Vamos começar?

História da Fotografia
Na etimologia grega, fotografia significa “desenhar com luz”. A câmara obscura era constituída por um buraquinho pelo qual se olhava para dentro de uma “caixa” onde havia, na parede oposta, uma imagem difusa e invertida de uma cena externa à caixa. 
Leonardo da Vinci a estudou sistematicamente no século XV, e incluiu uma lente para  focalizar a imagem e um espelho para invertê-la. O Daguerreótipo, chapa polida de cobre recoberta com prata metálica e exposta a vapores de iodo para formar iodeto de prata, surge em 1839, foi feito pela primeira vez pelo francês Louis Daguerre.

Um fator que criava certa desconfiança com relação à fotografia, era a durabilidade da mesma, já que não haviam testes com relação ao tempo que o papel levaria para deteriorar, o que fazia com que alguns indivíduos, ou famílias, embora tivessem sua imagem fotografada, ainda optassem por fazê-la com pintores, 
cuja função principal, durante o século XIX era de retratista.

A partir de 1880, a fotografia se espalha, quando George Eastman inventa o filme flexível para a fixação da imagem, e a câmera caixão “à prova de erros”. A empresa Kodak popularizou-se com a promessa de ser apropriada até mesmo para novatos, com o slogan “Você aperta o botão, nós fazemos o resto”. Essa frase visava criar a sensação de  acessibilidade da imagem.

Importante: George Eastman começou a fabricar, no final do século XIX, início do XX as suas câmera portáteis com a seguinte propaganda: you press the botton, we do the rest, (você aperta o botão, nós fazemos o resto) em muitos cartazes e folhetos. Com isso, a Kodak, fundada por Eastman em 1892, veio a se transformar em uma das mais poderosas indústrias de material fotográfico do mundo. Kodak foi, em muitos momentos, sinônimo de fotografia.

A 1ª descrição conhecida de uma câmera escura é atribuída a Cesare Cesariano, discípulo de Leonardo da Vinci. Câmera escura, do latim câmera obscura, é considerada o primeiro passo para o desenvolvimento da fotografia. Baseia-se em um fenômeno da luz descoberto pelo filósofo grego Aristóteles(384-322) e muito utilizada pelo cientista e pintor italiano Leonardo da Vinci (1452-1519) para pintar alguns de seus quadros, dando os primeiros passos para a produção de imagens com o auxílio de um mecanismo ótico.

O desenho mais antigo de uma câmera escura ou obscura, foi construído em 1544 pelo médico e matemático holandês Reinerus Gemma-Frisius. Só com o tempo a câmera escura iria se transformar numa pequena caixa portátil usada pelos pintores como auxiliar de seu trabalho.

Em 1826, o inventor e litógrafo francês Joseph Nicéphore Niépce, pesquisando técnicas para copiar desenho a traço (heliogravure), foi convidado para trabalhar com Luis Daguerre.
Tornando-se sócios, esses dois pesquisadores trocaram muitas informações e, em 1839, Daguerre (Niépse já havia morrido) anuncia seu novo processo fotográfico à Academia Francesa de Ciências, realizado por meio do material sensível à luz, produzido a partir do iodeto de prata. Muitas outras experiências,
com mais ou menos sucesso, aconteceram para que as modernas técnicas da fotografia se consolidassem.

Atualmente, as câmeras fotográficas digitais não se parecem nem um pouco com os velhos daguerrotipos, nem em processos, nem em resultados. No entanto, guardam entre si a possibilidade de captar instantes no espaço e no tempo.

TV

Audiovisual é técnica e tecnologia. A televisão, assim como, o cinema, são técnicas audiovisuais que reúnem máquinas capazes de capturar, o que na vida real é efêmero e fugidio, em imagens e sons.

O aparelho televisor surgiu no século XIX. Nesta época, grandes conceitos desenvolvidos na matemática, na física e na química foram os precursores fundamentais da tecnologia utilizada na criação dos aparelhos de TV. Em torno da década de 1840, vários cientistas estudavam a possibilidade de se realizar a transmissão de imagens em grande distância. Em 1842, Alexander Bain conseguiu executar um projeto de envio telegráfico de uma imagem.

O britânico Willoughby Smith, no ano de  1873,  comprovou que o selênio era uma substância química capaz de converter energia luminosa em energia elétrica. Com tal princípio, a televisão já poderia ser imaginada como um aparelho elétrico receptor e transmissor de imagens. Já no ano de 1884, o jovem Paul Niokow desenvolveu um disco com orifícios espiralados capaz de fracionar uma imagem em elementos que eram reorganizados para sua transmissão.

Nos fins do século XIX, os tubos de raios catódicos foram sendo aprimorados como transmissores de imagens à distância. Em 1920, o escocês John L. Baird montou um dos primeiros modelos de televisão que se tem notícia. Esse estudioso conseguiu aprimorar bastante a nitidez da imagem e do som com o aparelho por ele produzido.

A partir de então, o aparelho de televisão foi sendo aprimorado até que o mesmo pudesse ter maior viabilidade comercial. Em 1923, o russo Wladmir Zworykin desenvolveu um tubo de imagem chamado de iconoscópio. Empolgada com tal realização, a empresa norte-americana RCA contratou os seus serviços e fabricou o Orticon. Tínhamos ali, então, o primeiro modelo de televisor a ser produzido em escala industrial.

No ano de 1930, o televisor ganhou novos reparos até se transformar em um produto de maior viabilidade comercial. No mês de março de 1935, os alemães foram os grandes responsáveis por realizar a primeira transmissão televisiva. Em pleno nazismo, esse tipo de recurso tecnológico foi incrivelmente empregado para a divulgação do regime liderado por Adolf Hitler. Pouco tempo depois, franceses e britânicos também investiram na construção de estúdios e na transmissão de imagens.

Desde esse período, os estudiosos interessados por esse tipo de tecnologia já testavam algumas possibilidades de transmissão de imagens coloridas. Em 1954, a emissora norte-americana NBC empregou um sistema compatível com os televisores preto e branco para realizar a transmissão de imagens coloridas. Em 1962, o satélite Telstar realizou a primeira transmissão intercontinental enviando sinais de TV dos Estados Unidos para o Velho Mundo.

No Brasil, a televisão apareceu como uma grande novidade tecnológica na Feira Internacional de Amostras de 1939, ocorrida na cidade do Rio de Janeiro. Quase dez anos depois, o operador de câmera Olavo Bastos Freire realizou a transmissão de uma partida de futebol empregando uma tecnologia improvisada. Dois anos mais tarde, o empresário Assis Chateaubriand inaugurou a Tupi, primeira transmissora de televisão comercial do país.

Observação: a implantação da TV em cores a qual já havia estudos desde 1929, só inicio a sua transmissão a cores nos Estados Unidos em 1954 utilizando o padrão NTSC. Em 1967, a Alemanha coloca em funcionamento uma variação do padrão americano o qual foi batizado de PAL (Phase Alternation Line), que corrige algumas deficiências do NTSC. No mesmo ano entra em funcionamento na França o SECAM. No Brasil a primeira transmissão colorida foi feita em caráter fechado pela Embratel e transmitiu a Copa do Mundo de 1970. Em 1972 foi realizada a primeira transmissão pública a cores para todo Brasil, cobrindo a Festa da Uva em Caxias do Sul.

Foi também nos anos 70 que começou a ser delineado uma revolução que viria décadas depois: a televisão digital. Os japoneses através de um consórcio de estações de TV começaram os estudos para o desenvolvimento de uma televisão de alta definição, a qual foi chamada de HDTV (High Definition TV). No começo dos anos 80 já eram feitos os primeiros testes desta nova tecnologia. No decorrer da década, europeus e americanos faziam estudos e tentavam desenvolver um padrão próprio que atenderia suas demandas. Assim nos anos 90 começava uma nova era da televisão moderna, a era digital.

Em meados dos anos 90, europeus, americanos e japoneses já faziam transmissões mesmo que em caráter experimental do sinal digital. O mundo assim ficava dividido entre os três padrões de transmissão digital: o padrão americano ATSC (Advanced Television Systems Comitee), o padrão japonês ISDB (Integrated Services Digital Broadcasting) e o padrão europeu DVB (Digital Video Broadcasting). Cada padrão possui suas vantagens e suas desvantagens, sendo que a escolha de um padrão deve levar em conta o tipo de serviço almejado como, por exemplo, o tipo de transmissão (HDTV e/ou SDTV), aspectos políticos e econômicos têm grande influência na escolha.

No caso brasileiro, o país adotou o padrão japonês ISDB-T. Além de ter se saído superior nos testes de comparação com os outros padrões, o ISDB-T possui vantagens na transmissão para dispositivos móveis o que garante grande mobilidade e portabilidade. Ao contrário dos outros padrões, o ISDB-T utiliza apenas uma faixa de frequência para transmissão tanto terrestre como satélite e possui padrões de codificação de dados superiores o que permite a transmissão de um volume maior de dados em uma única faixa de frequência.

Bons estudos!
Até a próxima.